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Brasileirão Feminino a3 define confrontos das oitavas com presença paraense

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Brasileirão Feminino a3 define confrontos das oitavas com presença paraense
Reprodução Oliberal

Caminho rumo ao acesso no Brasileirão Feminino A3

O cenário do futebol feminino nacional ganha novos contornos com a definição das oitavas de final do Campeonato Brasileiro Feminino A3. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) oficializou, na última terça-feira (5), o cronograma detalhado desta fase eliminatória, que promete ser um divisor de águas para as equipes que buscam a ascensão na pirâmide do esporte no país. Entre os clubes que seguem na disputa, o Tiradentes carrega a responsabilidade de representar o Pará após uma campanha sólida na fase de grupos.

A classificação do Tiradentes para o mata-mata não foi obra do acaso. A equipe paraense encerrou a primeira etapa da competição na liderança isolada do Grupo A5, acumulando 13 pontos. Com um retrospecto de quatro vitórias, um empate e apenas uma derrota, o time demonstrou consistência tática e força ofensiva, credenciando-se como um dos nomes a serem observados nesta etapa decisiva do torneio.

Desafios e expectativas para o Tiradentes

O desafio agora é contra o Sampaio Corrêa, que garantiu a segunda colocação do Grupo A6. O primeiro embate entre as equipes está marcado para o dia 16 de maio, às 15h, no estádio Nhozinho Santos, em São Luís. A decisão da vaga para as quartas de final ocorrerá em solo paraense, no estádio Estrelão, em Augusto Corrêa, no dia 30 de maio. A vantagem de decidir em casa pode ser um fator determinante para o elenco do Tiradentes diante de um adversário que também busca a sobrevivência na competição.

Enquanto o Tiradentes segue vivo, o futebol paraense também registrou a despedida do Remo nesta edição. Após o rebaixamento da Série A2 em 2025, a equipe azulina não conseguiu superar a fase inicial, terminando na terceira colocação do Grupo A6. Com cinco pontos somados — fruto de uma vitória, dois empates e três derrotas —, o clube agora volta suas atenções para o planejamento das próximas temporadas, buscando retomar o protagonismo no cenário nacional.

Estrutura e o sonho da Série A2

O Brasileirão Feminino A3 é desenhado para ser o funil do acesso. A competição iniciou com 32 clubes distribuídos em oito grupos regionais, onde apenas os dois melhores de cada chave avançaram para o mata-mata. O regulamento é claro: a sobrevivência no torneio é o único caminho para subir de patamar. Os quatro semifinalistas do campeonato garantem o acesso direto à Série A2, um passo fundamental para a profissionalização e visibilidade das atletas e das agremiações envolvidas.

É importante notar que a movimentação do futebol feminino no Pará é ampla. Enquanto a Série A3 define seus rumos, o Paysandu segue como o único representante do estado na disputa da Série A2, ocupando atualmente a 14ª posição com quatro pontos. Acompanhar essas trajetórias é essencial para compreender o desenvolvimento da modalidade na região Norte. Para mais informações e atualizações sobre o desempenho dos clubes paraenses, continue acompanhando o Portal Pai D’Égua, seu compromisso diário com a notícia relevante e o esporte de qualidade.

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