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Parque Estadual do Utinga completa 33 anos como pilar de preservação e vida em Belém

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Vinicius Pinto / Ag. Pará
Vinicius Pinto / Ag. Pará

O Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna atingiu, neste domingo (3), a marca histórica de 33 anos de existência. Situado em Belém, o espaço consolidou-se como um dos maiores símbolos da integração entre a conservação da biodiversidade amazônica e a qualidade de vida urbana. Mais do que uma área de lazer, a unidade desempenha uma função vital para a segurança hídrica de cerca de 70% da população da Região Metropolitana da capital paraense.

A importância do parque transcende suas fronteiras geográficas. Ele abriga os lagos Bolonha e Água Preta, mananciais estratégicos que garantem o abastecimento de água para milhões de moradores. Ao longo de mais de três décadas, o local transformou-se em um modelo de gestão que equilibra a proteção rigorosa do ecossistema com o uso público consciente, servindo como um pulmão verde essencial para a resiliência climática da região.

Gestão integrada e compromisso ambiental

A administração do parque é conduzida pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio) em parceria com a Organização Social Pará 2000. Essa colaboração tem permitido investimentos constantes em infraestrutura e segurança, consolidando o Utinga como uma referência em conservação urbana. O modelo de gestão adotado busca conciliar a preservação ambiental com atividades de lazer, educação e esporte.

Para Nilson Pinto, presidente do Ideflor-Bio, a data é um marco de reafirmação das políticas estaduais de sustentabilidade. O gestor destaca que o parque é um exemplo prático de como áreas protegidas podem gerar inclusão social e bem-estar, sem comprometer a integridade dos recursos naturais que são fundamentais para o futuro da Amazônia.

Ecoturismo e conexão com a sociedade

O Parque Estadual do Utinga tornou-se um dos principais polos de ecoturismo no Pará. Com trilhas, atividades esportivas e programas de educação ambiental, o espaço atrai visitantes diariamente, promovendo uma conexão direta entre o cidadão e a floresta. A assessora de Gestão do Ideflor-Bio, Lena Pinto, ressalta que cada iniciativa realizada no local visa fortalecer a consciência ambiental das futuras gerações.

O engajamento comunitário também é um pilar central dessa trajetória. Projetos de voluntariado e ações educativas têm ampliado a participação popular na preservação da área. Segundo Júlio Meyer, gerente da Região Administrativa de Belém do Ideflor-Bio, o parque é um patrimônio vivo que transforma realidades, provando que é possível manter o equilíbrio entre o desenvolvimento humano e a preservação do meio ambiente.

Um legado para o futuro

A programação especial de aniversário, realizada neste domingo, reforçou o vínculo entre a população e a unidade de conservação. Com atividades que envolveram desde práticas esportivas até iniciativas culturais, o evento celebrou não apenas o passado, mas o papel contínuo do parque como um guardião da água e da biodiversidade local. A expectativa é que, nos próximos anos, o Utinga continue sendo um espaço de referência para pesquisadores, turistas e, principalmente, para os paraenses que encontram ali um refúgio de natureza em meio ao ambiente urbano.

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Saiba mais sobre as ações de conservação no site oficial do Ideflor-Bio.

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