Um Self-Service em Belém Que Ninguém Quer Servir
E lá vamos nós para mais um capítulo da novela “O Restaurante Popular Que Sumiu”. Adivinhem? O prazo dado pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) para a reabertura do famigerado espaço, que alimenta (ou alimentava) a população, expirou. E o que aconteceu? Exatamente o que você está pensando: NADA! As portas continuam trancadas, o rango não sai e a Defensoria Pública do Estado (DPE) está mais pistola que pinto no lixo.
Defensoria Entra em Ação (De Novo!)
A DPE, com sua paciência de Jó e um estoque infinito de processos, entrou com uma ação de cumprimento da decisão. Afinal, para que servem as decisões judiciais se ninguém as cumpre, não é mesmo? Eles alegam que manter o restaurante fechado é um golpe baixo na segurança alimentar da população. E nós, com nossa fina ironia, concordamos plenamente. Quem precisa de comida quando se tem papelada judicial?
O defensor público Carlos Eduardo Barros da Silva (nome pomposo, hein?) está exigindo o cumprimento imediato da decisão, com direito a multa diária de R$ 1 mil, limitada a R$ 50 mil, e bloqueio de verbas públicas. É como se dissessem: “Se não abrir na bondade, vai abrir na marra e no prejuízo!”. E a gente só observa, comendo pipoca e aguardando o próximo episódio.
Um Histórico de Descaso e Desculpas Esgotadas
O Restaurante Popular está fechado desde fevereiro. O motivo oficial? Fim do contrato com a empresa anterior. A desculpa extraoficial? Problemas estruturais, como esgoto entupido, tratamento de efluentes capenga e ventilação inexistente. Imagina o cheirinho agradável que não devia ser!
A Prefeitura de Belém, sempre atenta às necessidades da população (cof, cof), alega que o local precisa de “intervenções estruturais”. Ah, sim, porque era mais fácil deixar o restaurante fechar do que resolver os problemas antes, não é mesmo?
Afinal, Quem Vai Pagar o Pato (Ou o Arroz com Feijão)?
A Fundação Papa João Paulo XXIII (Funpapa), responsável pela administração do restaurante, está sendo procurada para dar explicações. Mas, até agora, nada de respostas. Talvez estejam ocupados demais contando o dinheiro que economizaram com o restaurante fechado.
Enquanto isso, a população segue sem ter onde comer a um preço acessível. E nós seguimos aqui, transformando essa tragédia em comédia, porque, afinal, rir é o melhor remédio (e, às vezes, a única coisa que nos resta).
E Agora, José?
A pergunta que não quer calar é: quando (e se) esse restaurante vai reabrir? Será que a Prefeitura vai ceder à pressão da Justiça? Ou vamos ter que esperar mais um milagre para ver a população alimentada? Façam suas apostas!
E você, o que acha de toda essa palhaçada? Deixe seu comentário e compartilhe sua indignação (ou seu bom humor) conosco! Quem sabe, juntos, a gente não consegue dar um jeito nessa situação. Ou, pelo menos, dar boas risadas dela.
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Créditos ao Portal Pai D’Égua.
Fonte: https://www.oliberal.com