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Presidente do Paysandu questiona arbitragem e propõe custeio do VAR na Série C

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Wagner Francisco, da Bahia. O mandatário citou um lance envolvendo o atacante Ít
Wagner Francisco, da Bahia. O mandatário citou um lance envolvendo o atacante Ít

Polêmica na Série C: a crítica de Márcio Tuma à arbitragem

O cenário do futebol brasileiro voltou a ser palco de debates intensos sobre a qualidade da arbitragem. Após a derrota do Paysandu para o Caxias, válida pela 7ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro, o presidente do clube bicolor, Márcio Tuma, manifestou publicamente sua indignação com a condução da partida. Em uma série de declarações veiculadas nas redes sociais na noite desta segunda-feira (18), o dirigente apontou falhas cruciais que, segundo ele, teriam impactado diretamente o resultado final do confronto.

O foco das reclamações recai sobre a atuação do árbitro Wagner Francisco, da Bahia. De acordo com Tuma, o clube paraense foi prejudicado em lances que poderiam ter alterado o rumo da partida. O presidente destacou três situações específicas: um possível pênalti envolvendo o atacante Ítalo ainda no primeiro tempo, um toque de mão na área adversária durante a etapa final e, por fim, a expulsão do jogador Kleiton Pego, punido pelo árbitro sob a alegação de simulação de penalidade.

A proposta de custeio do VAR pelos clubes

Diante do descontentamento, o mandatário bicolor levantou uma discussão que vai além do jogo específico: a implementação do árbitro de vídeo (VAR) desde a fase inicial da competição. Atualmente, a tecnologia é utilizada na Série C apenas a partir da fase quadrangular decisiva. Para Tuma, a ausência do recurso em etapas anteriores compromete a confiabilidade e o prestígio do torneio nacional.

Em uma sugestão que promete movimentar os bastidores da CBF, o presidente do Paysandu propôs que os próprios clubes assumam os custos operacionais do VAR. “Que a equipe mandante, ou até mesmo a equipe visitante, possa arcar com o custo do VAR e, com isso, possamos também melhorar o prestígio do espetáculo”, afirmou o dirigente. A ideia busca garantir maior justiça esportiva em uma competição marcada pelo equilíbrio e pela alta competitividade.

Medidas administrativas e o futuro da arbitragem

Além das críticas públicas, o Paysandu adotou uma postura formal. Márcio Tuma confirmou que o clube apresentará uma notícia de infração junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O objetivo é oficializar a reclamação sobre os erros apontados e solicitar que a equipe de arbitragem responsável pela partida não seja escalada para futuros jogos do clube bicolor.

A pressão por mudanças na arbitragem é um tema recorrente no futebol nacional, mas a proposta de autogestão financeira para a implementação tecnológica traz uma nova camada ao debate. Enquanto os trâmites administrativos seguem seu curso, o clube tenta virar a página. O Paysandu volta a campo nesta terça-feira (20), no estádio Mangueirão, para enfrentar o Nacional no jogo de ida da final da Copa Norte, em busca de um resultado positivo para retomar a confiança da torcida.

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