Zé da Velha recebe tributo na abertura da nova temporada do Roda de Choro

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ada neste início de abril pelas ondas das rádios públicas da Empresa Brasil de C
Reprodução Agência Brasil

A música brasileira se prepara para celebrar um de seus grandes mestres. O programa Roda de Choro, uma das mais importantes vitrines do gênero nas rádios públicas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), inicia sua nova temporada neste começo de abril com uma homenagem especial ao lendário trombonista Zé da Velha. A iniciativa reafirma o compromisso da EBC com a difusão da cultura nacional e a valorização de artistas que moldaram a identidade sonora do país.

Conhecido por sua abordagem que mescla uma cuidadosa seleção musical com entrevistas aprofundadas com instrumentistas e pesquisadores, o Roda de Choro tem sido fundamental para destacar tanto os nomes consagrados quanto os novos talentos do gênero. A cada edição, o programa mergulha em lançamentos fonográficos, explora a efervescência de clubes e festivais, e agora, dedica um espaço merecido à memória de um ícone que deixou um legado indelével no choro.

O Legado de Zé da Velha no Choro Brasileiro

José Alberto Rodrigues Matos, artisticamente conhecido como Zé da Velha, foi uma figura central na história do choro. Nascido em Aracaju, Sergipe, ele se mudou ainda criança para o Rio de Janeiro, onde sua trajetória musical floresceu. Ali, ao lado de nomes imortais da velha guarda como Pixinguinha (1897-1973) e João da Baiana (1887-1974), Zé da Velha não apenas se consolidou como músico, mas também se tornou um verdadeiro mestre do trombone, instrumento que empunhava com maestria e sensibilidade ímpares.

Sua habilidade e carisma o levaram a atuar como solista em parcerias memoráveis com artistas e grupos emblemáticos da música popular brasileira, incluindo o icônico Cordão da Bola Preta. A discografia de Zé da Velha é um testemunho de sua importância, com participações em álbuns que se tornaram marcos do choro, como Chorando pelos dedos (1976), Chorando baixinho: um encontro histórico (1979) e Choro na Praça (1977). Sua morte, em 26 de dezembro do ano passado, deixou uma lacuna no cenário musical, mas seu legado continua vivo através de sua obra e da influência que exerceu sobre gerações de músicos.

Vozes e Memórias: A Construção do Tributo

A homenagem a Zé da Velha no Roda de Choro ganha ainda mais profundidade com a participação de músicos que compartilharam de perto sua jornada artística. Entre eles, destaca-se Silvério Pontes, parceiro de longa data de Zé da Velha na

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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