Teste 30-15 como novidade na fisiologia do Remo
Pela primeira vez, a fisiologia do Clube do Remo incorporou à rotina de pré-temporada o chamado teste 30-15, avaliação já adotada por equipes que disputam a elite do futebol brasileiro. A novidade foi apresentada nesta segunda-feira (05) pelo experiente fisiologista Eric Cavalcante, em meio aos trabalhos realizados no Centro de Treinamentos do Retrô FC, em Recife (PE).
De volta à Série A após mais de três décadas, o Remo se reapresentou no início do ano, conheceu o novo treinador, Juan Carlos Osorio, e iniciou uma preparação que busca alinhar desempenho físico e planejamento ao longo da temporada. A estreia está prevista para o dia 28 de janeiro, fora de casa, contra o Vitória, no Barradão.
Segundo Eric Cavalcante, o ponto de partida do trabalho é o conhecimento detalhado do elenco, independentemente do histórico de cada atleta no clube. “A gente entende que tem que conhecer o atleta, não interessa se o atleta está conosco há algum tempo ou se é novo. A gente precisa entender o momento do atleta quando chega ao clube pra início de temporada”, afirmou.
É nesse contexto que entra o teste 30-15, aplicado pela primeira vez no Remo. De forma simples, trata-se de uma avaliação física em que os jogadores alternam 30 segundos de corrida com 15 segundos de recuperação, em velocidades progressivamente maiores, controladas por sinais sonoros. O exercício segue até que o atleta não consiga mais manter o ritmo exigido. O resultado final indica a velocidade máxima alcançada, dado que serve como referência para cargas de treino ao longo da temporada.
“Esse ano nós introduzimos um novo tipo de avaliação que serve como parâmetro de condução de trabalho durante a temporada, que se chama trinta quinze”, explicou o fisiologista. Na prática, o teste permite identificar a capacidade de resistência, recuperação e resposta física de cada jogador, oferecendo números que ajudam a ajustar o planejamento individual e coletivo.
Cavalcante destacou que o objetivo central das avaliações é respeitar as diferenças entre os atletas. “Os testes individualizam essas ações pra que a gente consiga identificar certas valências que são características de atleta para atleta, o que a gente chama de individualidade biológica”, disse.
Além do 30-15, o departamento de fisiologia do Remo mantém outras análises já incorporadas à rotina do clube, como avaliações de força e exames que ajudam a mapear riscos físicos. A soma desses dados, segundo a comissão técnica, deve servir de base para um controle mais preciso de cargas de treino, prevenção de lesões e manutenção do rendimento ao longo da temporada.
Importância do teste para o conhecimento do elenco
Pela primeira vez, a fisiologia do Clube do Remo incorporou à rotina de pré-temporada o chamado teste 30-15, avaliação já adotada por equipes que disputam a elite do futebol brasileiro. A novidade foi apresentada nesta segunda-feira (05) pelo experiente fisiologista Eric Cavalcante, em meio aos trabalhos realizados no Centro de Treinamentos do Retrô FC, em Recife (PE).
De volta à Série A após mais de três décadas, o Remo se reapresentou no início do ano, conheceu o novo treinador, Juan Carlos Osorio, e iniciou uma preparação que busca alinhar desempenho físico e planejamento ao longo da temporada. A estreia está prevista para o dia 28 de janeiro, fora de casa, contra o Vitória, no Barradão.
Segundo Eric Cavalcante, o ponto de partida do trabalho é o conhecimento detalhado do elenco, independentemente do histórico de cada atleta no clube. “A gente entende que tem que conhecer o atleta, não interessa se o atleta está conosco há algum tempo ou se é novo. A gente precisa entender o momento do atleta quando chega ao clube pra início de temporada”, afirmou.
É nesse contexto que entra o teste 30-15, aplicado pela primeira vez no Remo. De forma simples, trata-se de uma avaliação física em que os jogadores alternam 30 segundos de corrida com 15 segundos de recuperação, em velocidades progressivamente maiores, controladas por sinais sonoros. O exercício segue até que o atleta não consiga mais manter o ritmo exigido. O resultado final indica a velocidade máxima alcançada, dado que serve como referência para cargas de treino ao longo da temporada.
“Esse ano nós introduzimos um novo tipo de avaliação que serve como parâmetro de condução de trabalho durante a temporada, que se chama trinta quinze”, explicou o fisiologista. Na prática, o teste permite identificar a capacidade de resistência, recuperação e resposta física de cada jogador, oferecendo números que ajudam a ajustar o planejamento individual e coletivo.
Cavalcante destacou que o objetivo central das avaliações é respeitar as diferenças entre os atletas. “Os testes individualizam essas ações pra que a gente consiga identificar certas valências que são características de atleta para atleta, o que a gente chama de individualidade biológica”, disse.
Além do 30-15, o departamento de fisiologia do Remo mantém outras análises já incorporadas à rotina do clube, como avaliações de força e exames que ajudam a mapear riscos físicos. A soma desses dados, segundo a comissão técnica, deve servir de base para um controle mais preciso de cargas de treino, prevenção de lesões e manutenção do rendimento ao longo do ano.
Individualidade biológica e ajustes no planejamento
Pela primeira vez, a fisiologia do Clube do Remo incorporou à rotina de pré-temporada o chamado teste 30-15, avaliação já adotada por equipes que disputam a elite do futebol brasileiro. A novidade foi apresentada nesta segunda-feira (05) pelo experiente fisiologista Eric Cavalcante, em meio aos trabalhos realizados no Centro de Treinamentos do Retrô FC, em Recife (PE).
De volta à Série A após mais de três décadas, o Remo se reapresentou no início do ano, conheceu o novo treinador, Juan Carlos Osorio, e iniciou uma preparação que busca alinhar desempenho físico e planejamento ao longo da temporada. A estreia está prevista para o dia 28 de janeiro, fora de casa, contra o Vitória, no Barradão.
Segundo Eric Cavalcante, o ponto de partida do trabalho é o conhecimento detalhado do elenco, independentemente do histórico de cada atleta no clube. “A gente entende que tem que conhecer o atleta, não interessa se o atleta está conosco há algum tempo ou se é novo. A gente precisa entender o momento do atleta quando chega ao clube pra início de temporada”, afirmou.
É nesse contexto que entra o teste 30-15, aplicado pela primeira vez no Remo. De forma simples, trata-se de uma avaliação física em que os jogadores alternam 30 segundos de corrida com 15 segundos de recuperação, em velocidades progressivamente maiores, controladas por sinais sonoros. O exercício segue até que o atleta não consiga mais manter o ritmo exigido. O resultado final indica a velocidade máxima alcançada, dado que serve como referência para cargas de treino ao longo da temporada.
“Esse ano nós introduzimos um novo tipo de avaliação que serve como parâmetro de condução de trabalho durante a temporada, que se chama trinta quinze”, explicou o fisiologista. Na prática, o teste permite identificar a capacidade de resistência, recuperação e resposta física de cada jogador, oferecendo números que ajudam a ajustar o planejamento individual e coletivo.
Cavalcante destacou que o objetivo central das avaliações é respeitar as diferenças entre os atletas. “Os testes individualizam essas ações pra que a gente consiga identificar certas valências que são características de atleta para atleta, o que a gente chama de individualidade biológica”, disse.
Além do 30-15, o departamento de fisiologia do Remo mantém outras análises já incorporadas à rotina do clube, como avaliações de força e exames que ajudam a mapear riscos físicos. A soma desses dados, segundo a comissão técnica, deve servir de base para um controle mais preciso de cargas de treino, prevenção de lesões e manutenção do rendimento ao longo d
Análises complementares na preparação do Remo
Pela primeira vez, a fisiologia do Clube do Remo incorporou à rotina de pré-temporada o chamado teste 30-15, avaliação já adotada por equipes que disputam a elite do futebol brasileiro. A novidade foi apresentada nesta segunda-feira (05) pelo experiente fisiologista Eric Cavalcante, em meio aos trabalhos realizados no Centro de Treinamentos do Retrô FC, em Recife (PE).
De volta à Série A após mais de três décadas, o Remo se reapresentou no início do ano, conheceu o novo treinador, Juan Carlos Osorio, e iniciou uma preparação que busca alinhar desempenho físico e planejamento ao longo da temporada. A estreia está prevista para o dia 28 de janeiro, fora de casa, contra o Vitória, no Barradão.
Segundo Eric Cavalcante, o ponto de partida do trabalho é o conhecimento detalhado do elenco, independentemente do histórico de cada atleta no clube. “A gente entende que tem que conhecer o atleta, não interessa se o atleta está conosco há algum tempo ou se é novo. A gente precisa entender o momento do atleta quando chega ao clube pra início de temporada”, afirmou.
É nesse contexto que entra o teste 30-15, aplicado pela primeira vez no Remo. De forma simples, trata-se de uma avaliação física em que os jogadores alternam 30 segundos de corrida com 15 segundos de recuperação, em velocidades progressivamente maiores, controladas por sinais sonoros. O exercício segue até que o atleta não consiga mais manter o ritmo exigido. O resultado final indica a velocidade máxima alcançada, dado que serve como referência para cargas de treino ao longo da temporada.
“Esse ano nós introduzimos um novo tipo de avaliação que serve como parâmetro de condução de trabalho durante a temporada, que se chama trinta quinze”, explicou o fisiologista. Na prática, o teste permite identificar a capacidade de resistência, recuperação e resposta física de cada jogador, oferecendo números que ajudam a ajustar o planejamento individual e coletivo.
Cavalcante destacou que o objetivo central das avaliações é respeitar as diferenças entre os atletas. “Os testes individualizam essas ações pra que a gente consiga identificar certas valências que são características de atleta para atleta, o que a gente chama de individualidade biológica”, disse.
Além do 30-15, o departamento de fisiologia do Remo mantém outras análises já incorporadas à rotina do clube, como avaliações de força e exames que ajudam a mapear riscos físicos. A soma desses dados, segundo a comissão técnica, deve servir de base para um controle mais preciso de cargas de treino, prevenção de lesões e manutenção do rendimento ao longo da temporada.
Fonte: https://www.oliberal.com