Remo Fez Mais Ponto Fora que Dentro? Entenda Essa Loucura!

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Será que o Leão Virou Turista? A Saga do Remo Fora de Casa

Ah, o Clube do Remo! Aquele time que nos faz rir, chorar, e questionar se eles realmente sabem onde estão jogando. Porque, meus amigos, a campanha que os levou de volta à tão sonhada Série A teve um ingrediente secreto: eles jogavam melhor longe de Belém! Sim, você não leu errado. Parece que o Mangueirão, ao invés de dar um gás, dava um sonífero nos jogadores. Vai entender…

O Remo Nômade: Coletando Pontos Como Lembrancinhas

Em vez de depender do aconchego do lar, o Leão Azul resolveu virar nômade e construir uma jornada sólida como visitante. Imagina a cena: os caras desembarcando em cada cidade, olhando para o estádio alheio e pensando: “Hum, aqui parece mais legal que em casa. Vamos jogar pra valer!”. E não é que funcionou? Eles terminaram a Série B como um dos times mais eficientes atuando fora dos seus próprios domínios. Era como se o Remo estivesse dizendo: “Belém, te amamos, mas precisamos de novos ares para brilhar!”.

Ao todo, foram 19 partidas longe de casa, e o Remo trouxe para casa (ou melhor, para fora de casa) 27 pontos dos 57 possíveis. Um aproveitamento de quase 50%! Isso garantiu ao clube a 4ª melhor campanha como visitante. Quase um recorde de pontos perdidos fora de Belém se não fossem os seis pontos atrás do líder Coritiba. Imagino a festa da torcida: “Uhul, somos quase os melhores turistas do Brasil!”.

Consistência ou Teimosia? A Saga Azulina Fora de Casa

A tal “consistência azulina” era tão gritante que virou piada interna. O Remo sofreu apenas quatro derrotas longe de Belém, o menor número entre todos os times da Série B. Quatro! Será que eles se perdiam no caminho para o estádio adversário e os outros times tinham pena? Ou talvez os jogadores do Remo tivessem um pacto secreto: “Em Belém a gente finge que joga, fora a gente mostra quem manda!”.

E não era só isso. Os resultados positivos vinham acompanhados de momentos decisivos, especialmente contra outros clubes que também queriam subir para a Série A. Empates em jogos duríssimos e vitórias importantes foram cruciais para manter o Remo no G4 durante as últimas rodadas. Imagina a tensão: cada jogo fora de casa era como uma final de Copa do Mundo, só que com menos glamour e mais suor.

Ataque Demolidor e Defesa… Existente: O Equilíbrio Inesperado

Pra coroar essa bizarrice toda, o Remo ainda tinha um ataque que funcionava melhor fora de casa do que dentro. Eles marcaram 25 gols longe de Belém, ficando atrás apenas do poderosíssimo Athletico-PR. Era como se os atacantes do Remo pensassem: “Em Belém a gente poupa energia, aqui a gente mostra nosso talento!”.

E a defesa? Ah, a defesa… Digamos que ela existia. Foram 23 gols sofridos como visitante, resultando em um saldo positivo de dois gols. Um verdadeiro milagre, convenhamos. Mas quem se importa com a defesa quando você tem um ataque que faz chover gols? O importante é o show, o espetáculo, a zoeira!

E aí, torcedor azulino, o que você achou dessa saga do Remo nômade? Deixe seu comentário e compartilhe essa história hilária com seus amigos. E se você gostou de saber mais sobre as peripécias do Leão, clique aqui para mais notícias e curiosidades do mundo do futebol.

Créditos: Portal Pai D’Égua

Fonte: https://www.oliberal.com

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