Belém Entra em Parafuso com Placa Fantasma Pós-COP 30
Ah, Belém, Belém… A cidade onde até as placas de trânsito tiram férias! Se você, prezado motorista, está se sentindo como Alice no País das Maravilhas ao tentar entender o que diabos está acontecendo no cruzamento da Avenida Duque de Caxias com a Travessa Alferes Costa, não se preocupe, você não está sozinho. Parece que a COP 30 deixou mais do que boas lembranças e discursos eco-friendly; deixou também uma placa de mão única que, aparentemente, decidiu ficar para um after-party particular.
A Saga da Placa Teimosa
A história é a seguinte: durante o frenesi da COP 30, a Travessa Alferes Costa virou mão única para facilitar o fluxo (ou a ilusão dele) de veículos oficiais e afins. Até aí, tudo bem, medidas drásticas para eventos drásticos. O problema é que o evento acabou, os líderes mundiais foram para casa, mas a bendita placa decidiu que Belém era um bom lugar para se aposentar.
Quem trafega pela Avenida Duque de Caxias, em direção ao Hangar, agora se depara com a placa cruel, impedindo a conversão à direita na Travessa Alferes Costa. O resultado? Uma confusão generalizada, buzinas estridentes e motoristas praguejando em diversas línguas (e dialetos paraenses, claro).
Segbel, Cadê Você?
E a Segbel, a gloriosa Secretaria de Segurança, Ordem Pública e Mobilidade Urbana de Belém? Ah, essa é a melhor parte. A redação integrada de O Liberal foi atrás da Segbel, que, em um momento de lucidez, informou que a Travessa Alferes Costa “não vai permanecer como mão única. Foi apenas para o período da COP. Vamos retirar aquela placa, ainda estamos terminando de desmobilizar as operações do evento”. Isso foi na segunda-feira (24), meus caros.
Adivinha o que aconteceu na terça-feira (25)? A placa continuava lá, firme e forte, rindo da nossa cara. A Segbel, provavelmente, estava ocupada demais desmobilizando outras coisas importantes, tipo… sei lá, a própria existência?
O Trânsito em Belém: Uma Comédia Trágica
Enquanto isso, o trânsito em Belém continua sendo uma piada de mau gosto. Os bloqueios da COP 30 foram desmobilizados (quase todos, pelo menos), mas a placa da Alferes Costa permanece como um monumento à ineficiência e ao descaso. É como se a cidade estivesse dizendo: “Bem-vindos à Belém! Onde as regras são feitas para serem ignoradas e o caos é a nossa especialidade”.
A situação toda é tão absurda que só nos resta rir. Afinal, o que mais podemos fazer? Chorar? Desesperar? Não, meus amigos, em Belém a gente aprende a transformar limões em limonada (ou, no caso, congestionamentos em memes).
Conclusão
Então, da próxima vez que você estiver dirigindo por Belém e se deparar com uma placa contraditória ou uma situação inexplicável, lembre-se: você não está louco. Você apenas está vivendo a experiência completa de ser um motorista na capital paraense. E se por acaso você cruzar com a placa da Travessa Alferes Costa, mande um abraço (e talvez uma chave de fenda, vai que…).
E aí, está esperando o quê? Compartilhe este artigo com seus amigos motoristas de Belém e vamos juntos rir da nossa desgraça! E, quem sabe, a Segbel se sensibilize e resolva tirar a placa de uma vez por todas. Ou não. Mas rir é o melhor remédio, né?
Este artigo é uma homenagem (ou seria uma afronta?) ao Portal Pai D’Égua, que sempre nos inspira a reclamar da vida com bom humor.
Fonte: https://www.oliberal.com