O presidente do Paysandu reafirmou sua posição sobre a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no clube. Em entrevista, o dirigente assegurou que a venda do clube não é uma possibilidade considerada pela atual gestão.
O presidente explicou que suas declarações anteriores geraram interpretações equivocadas, com muitos sugerindo que ele pretendia vender o clube. Ele esclareceu que apenas expressou sua opinião sobre a necessidade de o time adotar o modelo SAF, como fazem diversos clubes ao redor do mundo. No entanto, enfatizou que essa mudança não ocorrerá durante seu mandato. “Ninguém vai vender o Paysandu”, declarou.
O dirigente justificou sua posição, argumentando que o modelo de gestão atual está ultrapassado e precisa ser modernizado. Ele também abordou a disseminação de informações falsas nas redes sociais e a dificuldade de interpretação das pessoas.
O presidente ressaltou que sua gestão não tem tempo hábil para implementar a SAF e que essa não é sua intenção. Ele buscou esclarecer suas declarações anteriores, reafirmando que apenas compartilhou seu ponto de vista pessoal. “Cada um interpreta do jeito que quiser, mas agora eu estou esclarecendo”, afirmou.
Na conversa, o dirigente revelou que a SAF do Paysandu foi avaliada em R$ 300 milhões, considerando apenas o departamento de futebol. Essa avaliação é resultado de um estudo que prevê a divisão das áreas do clube e a partilha de porcentagens com o comprador.
“A SAF do Paysandu é R$ 300 milhões. A gente fez o valuation dela junto com uma empresa e deu esses 300 milhões. O futebol, é claro, pois tu desmembra do resto. E aí tem vários modelos de SAF, com o clube tendo 20%, etc.”, explicou.
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Fonte: www.oliberal.com