Polícia frustra plano de violência de torcida organizada em clássico carioca

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Agência Brasil
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Uma ação decisiva da Polícia Civil do Rio de Janeiro evitou na última terça-feira (9) um esquema de violência planejado por uma torcida organizada, que visava causar tumultos e confrontos agressivos durante a semifinal da Copa do Brasil. O clássico carioca, que colocaria frente a frente Vasco e Fluminense nesta quinta-feira (11), no Estádio do Maracanã, seria o palco para uma série de agressões e intimidações. A intervenção policial, coordenada pela delegacia do Tanque, em Jacarepaguá, foi fundamental para garantir a segurança dos torcedores e a integridade do espetáculo esportivo, impedindo que a violência em jogos de futebol manchasse um evento de grande apelo nacional.

A operação de inteligência e a prisão estratégica

Desmantelando o plano de violência iminente

A Polícia Civil do Rio de Janeiro agiu de forma proativa para desmantelar um plano perigoso que ameaçava a segurança da semifinal da Copa do Brasil entre Vasco e Fluminense. A partir de informações cruciais fornecidas pelo Setor de Inteligência da delegacia do Tanque, em Jacarepaguá, os agentes identificaram que um grupo ligado à Torcida Jovem do Vasco estava se organizando para provocar tumulto e agressões durante a partida. O objetivo era claro: intimidar torcedores rivais, causar confrontos diretos e até mesmo impedir o acesso da torcida adversária ao estádio, transformando um evento de paixão em um cenário de caos.

A inteligência policial apontou que o grupo estava armazenando um arsenal de materiais que seriam utilizados para a prática da violência. Com base nessas informações detalhadas, as equipes policiais concentraram suas buscas e monitoramento. A ação resultou na prisão estratégica de Henrique Douglas de Moura, um dos integrantes do esquema criminoso, que foi localizado e detido em uma residência no bairro do Anil, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. A prisão de Moura foi um passo crucial para interromper a execução dos planos e neutralizar a ameaça antes que ela se concretizasse no Maracanã.

O arsenal apreendido e as consequências legais

Material bélico e a confissão que expôs o plano

Na residência de Henrique Douglas de Moura, os policiais civis fizeram uma descoberta alarmante. Foram apreendidos diversos materiais que seriam empregados no confronto planejado contra os tricolores, incluindo porretes, cabos adaptados com pregos e morteiros. A presença de pregos em cabos evidenciava a intenção de causar ferimentos graves, enquanto os morteiros poderiam gerar pânico e caos, além de serem utilizados como projéteis perigosos. Além do material bélico, também foram encontradas e apreendidas roupas e artefatos que indicam a ligação com torcidas organizadas tanto cariocas quanto paulistas, sugerindo possíveis conexões e uma logística mais ampla para a obtenção desses itens.

Durante o interrogatório, Henrique Douglas confessou que todo o arsenal apreendido seria, de fato, utilizado para promover a confusão e a agressão no dia do jogo. Ele foi autuado em flagrante por tentativa de promover tumulto, praticar ou incitar a violência, crimes que reforçam a gravidade das intenções do grupo. A confissão de Moura e a apreensão do material não apenas confirmaram as informações de inteligência, mas também serviram como provas contundentes contra o esquema criminoso. Esta operação reitera o compromisso das autoridades em combater veementemente a violência nos estádios e garantir que o esporte seja um ambiente seguro e de celebração.

Esforços contínuos pela segurança no esporte

A ação da Polícia Civil representa um marco importante na luta incessante contra a violência promovida por torcidas organizadas. Ao desmantelar um esquema tão elaborado e perigoso antes que pudesse se concretizar, as autoridades demonstraram a eficácia do trabalho de inteligência e a determinação em proteger a integridade dos torcedores e do esporte. É fundamental que a fiscalização e a punição continuem rigorosas, enviando uma mensagem clara de que atos de violência não serão tolerados nos estádios brasileiros.

FAQ

O que foi o esquema criminoso descoberto?
Foi um plano articulado por um grupo da Torcida Jovem do Vasco para provocar tumultos e confrontos violentos contra torcedores do Fluminense durante a semifinal da Copa do Brasil no Maracanã.

Quem foi preso na operação policial?
Henrique Douglas de Moura, integrante da Torcida Jovem do Vasco, foi preso em flagrante em uma residência no bairro do Anil, no Rio de Janeiro.

Que tipo de material foi apreendido com os envolvidos?
Foram apreendidos porretes, cabos adaptados com pregos, morteiros, além de roupas e artefatos ligados a torcidas organizadas.

Qual era o objetivo principal da torcida organizada com esses materiais?
O objetivo era promover tumulto, intimidar torcedores rivais, causar agressões e até mesmo impedir o acesso da torcida adversária ao estádio.

Mantenha-se informado sobre as ações de segurança e denuncie qualquer atividade suspeita para garantir que o esporte continue sendo um espaço de alegria e paixão, e não de violência.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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