Paysandu: Sumiu Balanço, Brotou Fortuna! Cadê a Grana, Papão?

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Paysandu: O Sumiço Misterioso dos Balanços e o Surgimento Fantástico da Grana

Ah, o Paysandu! Aquele clube que nos faz rir, chorar e, às vezes, questionar a própria sanidade. E não é que nossos amigos do Pará resolveram inovar mais uma vez? Parece que a transparência financeira não está exatamente no topo da lista de prioridades do clube. A Lei Pelé, essa chata, insiste que os clubes publiquem seus balanços financeiros e o Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE) até 30 de abril. Mas, ei, quem liga para leis quando se tem um campeonato para disputar, não é mesmo?

Cadê o Balanço, Papão?

Estamos em pleno mês de e nada dos balanços de 2024. Seria um caso de abdução alienígena de documentos? Ou será que o contador do clube está de férias prolongadas em uma ilha deserta? As apostas estão abertas!

O mais curioso é que, segundo fontes (cof, cof, O Liberal, cof, cof), o faturamento do Paysandu em 2025 foi de nada menos que R$ 39.277.350,17! É dinheiro que não acaba mais! Premiações, cotas de participação, bilheteria… Um verdadeiro mar de verdinhas! Um aumento considerável em relação aos R$ 27.258.521,22 de 2024. Alguém andou achando um pote de ouro no manguezal?

A Grana Escondida e os Segredos do Sócio-Torcedor

Mas não para por aí! Os valores referentes ao sócio-torcedor, venda de títulos remidos e patrocínios (estimados em R$ 15,6 milhões) também estão sumidos. Será que viraram pó mágico? Ou foram usados para comprar uma ilha particular para o presidente? Afinal, quem precisa de balanço quando se tem tanto mistério e especulação?

Sem balanço formal, essas cifras permanecem sem comprovação contábil pública. É como um conto de fadas moderno, onde a princesa espera o príncipe encantado, mas o balanço espera… sei lá, um milagre?

Lei Pelé: A Inimiga da Diversão

A tal da Lei Pelé (Lei n.º 9.615/1998), no seu artigo 46-A, insiste que os clubes profissionais precisam apresentar suas demonstrações financeiras com auditoria independente. Que chatice, não é mesmo? E o pior: os dirigentes que não cumprirem a lei podem ficar inelegíveis por cinco anos, além de serem afastados do cargo e ter seus atos anulados. Imagina o drama!

E para piorar a situação, o Paysandu pode ser impedido de aderir ao PROFUT, aquele programa que ajuda a renegociar dívidas fiscais. Aí a coisa fica feia! A saúde financeira do clube pode ir para o buraco, e quem vai pagar a conta? Exato, você, torcedor!

O Que Fazer Agora?

Diante desse festival de mistério e cifras nebulosas, só nos resta uma coisa: cobrar! Exija transparência, questione os dirigentes e mostre que você, torcedor, não é palhaço. Afinal, o clube é seu também!

E, quem sabe, se fizermos barulho suficiente, os balanços perdidos apareçam. Ou, no mínimo, descobrimos para onde foi a grana toda.

Curtiu a fofoca? Compartilhe este artigo e espalhe a verdade (ou quase isso) sobre o Paysandu!

Créditos: Portal Pai D’Égua.

Fonte: https://www.oliberal.com

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