O Paysandu intensificou seus treinos, mesmo durante o domingo de Círio, com foco total no clássico Re-Pa. O confronto, crucial para as ambições do clube de permanecer na Série B, é encarado como uma competição à parte. A equipe, ciente da importância vital da partida, busca forças para encarar o desafio.
O goleiro Matheus Nogueira enfatizou a singularidade do Re-Pa. “É um campeonato à parte, independente da situação em que o rival está ou a que nós estamos. A gente sabe que, quando o jogo começa, esquece favoritismo, tabela, planejamento, esquece tudo. Ali são os 90 mais os acréscimos”, declarou.
Nogueira ressaltou a necessidade de uma campanha impecável. “Penso que nós temos que fazer um campeonato perfeito. Campeonato que os times de cima vão ter que fazer para poder ser campeões. Então, como você falou, a gente não tem mais margem para erro já faz algum tempo e, mesmo assim, o campeonato tem se desenhado para prorrogar um pouco mais, e a gente vai ter que aproveitar todas as oportunidades”, completou o goleiro.
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O Paysandu enfrenta uma situação delicada na Série B. Atualmente na lanterna, com 25 pontos, o time luta contra o rebaixamento para a Terceira Divisão. Restam 21 pontos em disputa, e a equipe busca uma reação para se manter na segunda divisão do futebol nacional. Apesar das dificuldades, o goleiro Nogueira demonstra confiança na capacidade de recuperação do time.
Além da preparação física e tática, o Paysandu busca inspiração na fé. Matheus Nogueira acompanhou a Trasladação do Círio de Nazaré. O goleiro destacou a importância de se apegar à padroeira dos paraenses para dar mais energia ao time bicolor.
“Foi muito emocionante. Nós que estamos de fora vendo já é muito emocionante. Acho que, para quem vai e acompanha todo o trajeto, vai à corda e vai agradecendo as bênçãos do ano. A gente se emociona todo ano, é uma festa muito bonita, muito linda. Como eu falo, a cultura paraense, o Círio é uma coisa inexplicável. Que ela nos dê força, nos dê sabedoria para sair dessa situação”, declarou o arqueiro bicolor.
Fonte: www.oliberal.com