Paysandu: De Magnata a Mendigo em Uma Temporada!
Preparem os lencinhos, bicolor! O Paysandu, nosso amado (e às vezes odiado) Papão, protagonizou um daqueles momentos que entram para a história… só que não da forma que a gente queria. Em 2025, o clube nadou em dinheiro como o Tio Patinhas, mas, no fim das contas, afogou-se na Série B. É a vida, né? Ou a morte, esportivamente falando.
Um Tesouro de Pirata (Sem o Mapa do Tesouro)
Os números são de cair o queixo (e fazer a gente questionar onde foi parar tanto dinheiro): R$ 39.277.350,17! Isso é mais do que a Mega da Virada, gente! Um aumento de 44,09% em relação a 2024. De onde veio essa grana toda? Premiações, cotas de torneios e bilheteria. Mas calma que tem mais! Dizem as más línguas (e as boas também) que, somando sócio-torcedor, venda de títulos e patrocínios, a coisa toda beira os R$ 55 milhões. É pra comprar um estádio novo, um time de craques… ou pagar as contas e sumir, aparentemente.
Títulos Que Valem Menos Que Um Pastel na Feira
Ah, mas o Paysandu ganhou títulos! Sim, a Supercopa Grão-Pará (alguém sabe o que é isso?) e o penta da Copa Verde (mais verde que o Hulk depois de tomar suco de clorofila). Chegou até a terceira fase da Copa do Brasil. Parabéns! Palmas! Mas, no fim das contas, o que importa é a Série B, e lá… meu amigo, virou um filme de terror. Rebaixamento com três rodadas de antecedência. A pior campanha da história. Dá até vontade de rir pra não chorar (ou chorar de tanto rir).
O Segredo do Sucesso (Que Não Deu Certo)
E como o Paysandu encheu tanto os cofres? Bem, quase metade da grana veio de premiações e cotas. A Copa Verde rendeu R$ 440 mil (dá pra comprar uns bons jogadores de botão), a Copa do Brasil, R$ 2.315.250. Mas a cereja do bolo (azedo) foi a Série B, com R$ 14 milhões. Ironia do destino, não?
Torcida Que Canta e Que Paga (A Conta)
A torcida fez sua parte! Lotou o Mangueirão, gritou, xingou, mas pagou! A bilheteria rendeu R$ 6.922.100,17. Quase 18% da arrecadação total. No Parazão, R$ 1.741.642,85; na Copa Verde, R$ 905.008,23; na Copa do Brasil, R$ 85.999,07; e na Série B, R$ 4.119.695,83. Ou seja, a gente paga pra ver o circo pegar fogo!
O Patrocínio Que Sumiu no Éter
O Banpará injetou R$ 5 milhões nos naming rights (quem liga pra isso?), e mais R$ 600 mil pra “custos operacionais”. Deve ser pra pagar a gasolina do ônibus que levou o time pro buraco da Série C. A folha salarial, por sua vez, beirava os R$ 2,5 milhões por mês. É pra pagar quem? O mágico que faz o time desaparecer em campo?
E Agora, José? (Ou Melhor, Paysandu?)
A expectativa para 2026? Queda brusca na arrecadação. Menos patrocínio, menos cotas, menos bilheteria, menos sócios. É o karma, meu amigo. Mas calma, bicolor! Dizem que o fundo do poço tem mola. Quem sabe o Paysandu não volta mais forte? Ou pelo menos mais organizado. Só o tempo (e muito planejamento) dirá.
Se você, assim como eu, está desesperado e precisa de um ombro amigo (ou um bom analista tático), compartilhe este artigo e vamos sofrer juntos! Quem sabe assim a gente aprende a rir da própria desgraça.
Créditos ao Portal Pai D’Égua por nos lembrar que, às vezes, a realidade é mais engraçada (e trágica) que a ficção.
Fonte: https://www.oliberal.com