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Operação Igarapé Protegido captura suspeito de estupros no arquipélago do Marajó

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coação e ameaça em Oeiras do Pará Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Além disso
Reprodução G1

Ação policial em área remota do Marajó

Uma operação coordenada pelas forças de segurança pública resultou na prisão de um homem suspeito de cometer uma série de estupros de vulnerável no município de Oeiras do Pará, localizado na região do Marajó. A captura ocorreu na última segunda-feira (4), durante a segunda fase da operação batizada como Igarapé Protegido.

O suspeito, que estava foragido, foi localizado em uma região ribeirinha de difícil acesso, situada ao final do rio Arioca. Para chegar ao local, as autoridades percorreram um trajeto de aproximadamente três horas de navegação a partir da sede do município, que fica a 340 km de Belém. A operação contou com suporte logístico da prefeitura local, que forneceu lancha e piloto para viabilizar o deslocamento das equipes policiais até o esconderijo.

Desdobramentos e a rede de proteção familiar

A prisão desta semana é um desdobramento direto de uma investigação iniciada em abril, que já havia resultado na detenção da mãe e da tia de uma das vítimas. Segundo as autoridades, as mulheres são suspeitas de coagir a criança para que ela ocultasse os abusos praticados dentro do próprio ambiente familiar. Com a captura do homem, a polícia considera que todos os envolvidos diretamente no núcleo do crime foram custodiados.

A investigação ganhou tração após denúncias encaminhadas pela Procuradoria da Mulher da Câmara de Oeiras. O órgão forneceu relatórios psicológicos e representação jurídica fundamentais para o avanço do inquérito. Além do caso principal, a operação também resultou na prisão de outro homem em Curralinho, também no Marajó, por crimes contra vulneráveis e descumprimento de medidas protetivas.

Rigores da lei e suporte às vítimas

O inquérito policial utilizou ferramentas técnicas avançadas para a coleta de provas, incluindo exames sexológicos, de corpo de delito e escutas especializadas realizadas na Sala Lilás da delegacia. O atendimento especializado visa minimizar o trauma das vítimas durante o processo de apuração criminal.

Além das prisões, as autoridades garantiram o abrigo das crianças envolvidas para assegurar sua integridade física e psicológica. A conduta dos familiares foi enquadrada na Lei Henry Borel, que estabelece mecanismos rigorosos de proteção para crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica. Os investigados foram transferidos para unidades prisionais da região, onde permanecem à disposição da Justiça. Para mais informações sobre o combate à criminalidade e o acompanhamento de casos de grande repercussão no estado, continue acompanhando o Portal Pai D’Égua, seu compromisso diário com a informação de qualidade e a transparência pública.

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