Novas rotas para o Pacífico impulsionam exportações no Pará

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Jéssica Nascimento
Jéssica Nascimento

Este artigo aborda novas rotas para o pacífico impulsionam exportações no pará de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Impacto das novas rotas logísticas

A previsão de inauguração das novas rotas logísticas que ligam o Brasil ao Pacífico tem despertado grande expectativa no Pará. Com a Rota Amazônica e a conclusão da Rota 3 até 2027, o estado pode ampliar sua competitividade no comércio exterior. Economistas afirmam que as exportações paraenses podem aumentar em até 50% no médio prazo, especialmente para o mercado asiático.

Mário Tito, doutor em Relações Internacionais, destaca que a implementação das novas rotas logísticas pode representar uma verdadeira revolução para a competitividade do Pará no comércio internacional. Ele enfatiza que a falta de infraestrutura adequada sempre foi um dos principais obstáculos para a região, e as novas rotas podem reduzir os custos logísticos e facilitar o acesso a mercados estratégicos.

Everson Costa, supervisor técnico do Dieese/PA, ressalta que as novas rotas terão impacto direto na economia estadual, gerando empregos e circulando renda. A implementação das Rotas 2 e 3 oferece uma oportunidade de reduzir custos logísticos e impulsionar setores estratégicos como agronegócio, indústria e mineração.

Potencial de crescimento nas exportações

Com a previsão de inauguração da primeira das cinco rotas de integração entre o Brasil e países vizinhos já em 2025 — a chamada Rota Amazônica — e a conclusão da Rota 3 até 2027, o Pará desponta como um dos estados que mais podem ampliar a competitividade no comércio exterior. Economistas ouvidos pelo Grupo Liberal afirmam que a nova ligação direta ao Pacífico pode elevar as exportações paraenses em até 50% no médio prazo, especialmente para o mercado asiático.

Segundo Mário Tito, doutor em Relações Internacionais, a implementação das novas rotas logísticas que conectam o Brasil ao Pacífico pode representar uma verdadeira revolução para a competitividade do Pará no comércio internacional. Tito destacou que a falta de infraestrutura adequada sempre foi um dos principais obstáculos para a região, especialmente no que se refere ao escoamento da produção. Com as rotas de integração propostas, ele vê uma oportunidade de reposicionar o Pará e a Amazônia, ao proporcionar uma redução nos custos logísticos e facilitar o acesso a mercados estratégicos, como o asiático.

Para Everson Costa, supervisor técnico do Dieese/PA, as novas rotas logísticas que conectam o Pará aos mercados do Pacífico terão um impacto direto e significativo na economia estadual, principalmente na geração de empregos e na circulação de renda. A implementação das Rotas 2 e 3, segundo ele, oferece uma oportunidade única de superar esses obstáculos, reduzindo os custos logísticos e possibilitando um crescimento acelerado nos setores estratégicos, como o agronegócio, a indústria e a mineração.

Impacto nas exportações de minérios

O economista Nélio Bordalo, membro do Corecon PA-AP (Conselho Regional de Economia do Pará e Amapá), destaca que a operação plena da Rota Amazônica tende a reduzir significativamente os custos logísticos e o tempo de escoamento dos minérios para portos de saída rumo à Ásia, aumentando a competitividade frente a concorrentes que dependem do Atlântico.

Genardo Oliveira, outro economista, reforça que a mineração deve ser o setor mais beneficiado com o acesso mais rápido ao Pacífico. O Pará, como o maior exportador brasileiro de ferro, cobre, bauxita e manganês, poderá enviar esses produtos aos principais compradores, como a China, com menor custo e maior eficiência.

Crescimento das exportações agrícolas

Nélio Bordalo acredita que nos próximos dois a cinco anos é razoável esperar um crescimento consistente das exportações de grãos e produtos agrícolas. Com as novas rotas para o Pacífico, o acesso a mercados estrangeiros se tornará mais eficiente e competitivo, beneficiando diretamente o setor agrícola do Pará.

Setores beneficiados pela integração ao Pacífico

Com a inauguração das novas rotas de integração ao Pacífico, diversos setores da economia paraense serão beneficiados. Economistas apontam que a implementação dessas rotas pode elevar as exportações do estado em até 50% no médio prazo, especialmente para o mercado asiático.

De acordo com especialistas, a mineração deve ser um dos setores mais beneficiados com a integração ao Pacífico. O Pará é o maior exportador brasileiro de minérios como ferro, cobre, bauxita e manganês. Com o acesso mais rápido aos principais compradores, como a China, esses produtos poderão chegar com menor custo aos mercados internacionais, aumentando a competitividade.

Além da mineração, a agricultura também deve se beneficiar significativamente com as novas rotas logísticas. A redução nos custos logísticos e o acesso mais facilitado aos mercados estratégicos permitirão um crescimento consistente das exportações de grãos e produtos agrícolas nos próximos anos.

Perspectivas para o agronegócio e setor madeireiro

Com a previsão de inauguração da primeira das cinco rotas de integração entre o Brasil e países vizinhos já em 2025 — a chamada Rota Amazônica — e a conclusão da Rota 3 até 2027, o Pará desponta como um dos estados que mais podem ampliar a competitividade no comércio exterior. Economistas ouvidos pelo Grupo Liberal afirmam que a nova ligação direta ao Pacífico pode elevar as exportações paraenses em até 50% no médio prazo, especialmente para o mercado asiático.

Segundo Mário Tito, doutor em Relações Internacionais, a implementação das novas rotas logísticas que conectam o Brasil ao Pacífico pode representar uma verdadeira revolução para a competitividade do Pará no comércio internacional. Tito destacou que a falta de infraestrutura adequada sempre foi um dos principais obstáculos para a região, especialmente no que se refere ao escoamento da produção. Com as rotas de integração propostas, ele vê uma oportunidade de reposicionar o Pará e a Amazônia, ao proporcionar uma redução nos custos logísticos e facilitar o acesso a mercados estratégicos, como o asiático.

Para Everson Costa, supervisor técnico do Dieese/PA, as novas rotas logísticas que conectam o Pará aos mercados do Pacífico terão um impacto direto e significativo na economia estadual, principalmente na geração de empregos e na circulação de renda. A implementação das Rotas 2 e 3, segundo ele, oferece uma oportunidade única de superar esses obstáculos, reduzindo os custos logísticos e possibilitando um crescimento acelerado nos setores estratégicos, como o agronegócio, a indústria e a mineração.

Perspectivas para o agronegócio e setor madeireiro

O economista Nélio Bordalo, membro do Corecon PA-AP (Conselho Regional de Economia do Pará e Amapá), acredita que a operação plena das rotas para o Pacífico terá um impacto direto nos setores que lideram as exportações paraenses. Bordalo destaca que a redução dos custos logísticos e do tempo de escoamento dos minérios para portos de saída rumo à Ásia aumentará a competitividade, especialmente no setor da mineração.

Genardo Oliveira, outro economista, reforça essa visão ao afirmar que o acesso mais rápido ao Pacífico beneficiará principalmente o setor da mineração no Pará. Como o estado é o maior exportador brasileiro de minérios como ferro, cobre, bauxita e manganês, a abertura de novas rotas trará vantagens em termos de custos para alcançar os principais compradores, como a China. Ambos os especialistas concordam que o crescimento das exportações de grãos e produtos agrícolas também é esperado nos próximos anos, impulsionado pela melhor conectividade com os mercados do Pacífico.

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