Decisão judicial após acidente fatal no Umarizal
A Justiça paraense determinou, durante audiência de custódia realizada na noite de quarta-feira (29), o pagamento de fiança no valor de R$ 16,2 mil para Henrique Leonardo de Souza Pamplona. O motorista é o principal investigado pela morte da entregadora por aplicativo Aline Galvão Simões, de 38 anos, ocorrida após uma colisão violenta no bairro Umarizal, em Belém.
O valor estipulado pelo juiz Lucas do Carmo de Jesus corresponde a 10 salários mínimos. Além do pagamento, o magistrado impôs medidas cautelares, entre elas a proibição de que o investigado se ausente da capital paraense por um período superior a oito dias sem prévia autorização judicial. O caso segue sob investigação como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
Dinâmica da colisão e embriaguez ao volante
O acidente que vitimou a entregadora ocorreu na madrugada de quarta-feira (29), no cruzamento da Travessa 14 de Março com a Rua Bernal do Couto. De acordo com informações da Polícia Militar, o condutor trafegava em alta velocidade e desrespeitou a sinalização semafórica, avançando o sinal vermelho antes de atingir a motocicleta conduzida por Aline.
A força do impacto foi tamanha que, além de causar a morte imediata da trabalhadora, o veículo de Pamplona ainda colidiu contra outros quatro carros que estavam estacionados na via. Após a abordagem, o teste do bafômetro confirmou que o motorista estava sob efeito de álcool, o que agravou a situação jurídica do condutor no momento da prisão em flagrante.
Repercussão e despedida da vítima
A morte de Aline Galvão Simões gerou comoção entre colegas de profissão e familiares. O velório foi realizado na quarta-feira (29), reunindo amigos que lamentaram a perda precoce da entregadora. O sepultamento ocorreu na tarde de quinta-feira (30), em um cemitério particular localizado no município de Marituba, na região metropolitana de Belém.
Em nota oficial, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) confirmou que Henrique Pamplona permanece sob custódia do sistema prisional estadual, aguardando os trâmites legais. O órgão ressaltou que questões referentes ao pagamento da fiança ou eventual expedição de alvará de soltura são de competência exclusiva do Poder Judiciário. Para mais detalhes sobre o andamento deste processo e outros casos da região, consulte o portal g1 Pará.
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