Justiça determina prisão preventiva por crime brutal em Salinópolis

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Este artigo aborda justiça determina prisão preventiva por crime brutal em salinópolis de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Prisão preventiva de suspeito por crime brutal

O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) determinou a prisão preventiva de Edson Vales Coelho, suspeito detido por atear fogo na companheira, Thayse do Nascimento, e na filha do casal, de apenas 11 anos, em Salinópolis. O crime brutal chocou a população local e as autoridades, levando à prisão imediata do acusado.

O juiz Antonio Carlos de Souza Moitta Koury, responsável pelo caso, destacou a gravidade da conduta de Edson, alegando que o crime foi motivado por suposta traição da companheira e foi cometido de forma covarde, enquanto as vítimas dormiam. A decisão de converter a prisão em flagrante para preventiva foi baseada no risco de fuga, na garantia da ordem pública e na instrução criminal.

O magistrado ressaltou que o caso se trata de violência de gênero, ocorrida no ambiente doméstico, evidenciando a vulnerabilidade da mulher e da criança. A brutalidade do delito e o alto grau de periculosidade do suspeito foram determinantes para a decisão de mantê-lo preso. Enquanto isso, Thayse e a filha continuam internadas, com ferimentos graves provocados pelas queimaduras.

Violência baseada em gênero

A determinação da prisão preventiva de Edson Vales Coelho, suspeito de atear fogo na companheira e na filha do casal em Salinópolis, evidencia a gravidade da violência baseada em gênero. O caso, ocorrido no interior da residência do casal, chocou a população local e levantou questões sobre a vulnerabilidade das mulheres e crianças em ambientes domésticos.

O juiz responsável pelo caso ressaltou que a violência praticada por Edson se enquadra como um crime brutal, com motivação torpe e crueldade extrema. A situação de vulnerabilidade da mulher e da criança, somada ao uso de substâncias inflamáveis para cometer o crime, demonstra a gravidade do ocorrido. Além disso, a natureza das lesões provocadas exigiu internação hospitalar intensiva em uma unidade especializada, evidenciando a gravidade dos ferimentos.

A conversão da prisão em flagrante para preventiva foi considerada necessária para garantir a ordem pública e a instrução criminal, tendo em vista a periculosidade do suspeito e o risco de novos atentados. A brutalidade do delito cometido por Edson demonstra uma personalidade violenta, desprovida de freios morais, que não hesitou em atacar as vítimas mesmo dentro de seu próprio lar. A prisão preventiva do suspeito se fez necessária diante de todos esses fatores, enquanto Thayse e a filha permanecem internadas se recuperando dos graves ferimentos.

Estado de saúde das vítimas

Thayse e a filha seguem internadas após o crime brutal cometido por Edson Vales Coelho em Salinópolis. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA), Thayse foi a que mais sofreu com queimaduras de terceiro grau, atingindo a face, tórax, braços e pernas. Já a filha apresentou queimaduras de segundo grau nos membros inferiores. O estado de saúde atualizado das duas vítimas é desconhecido até o momento.

O major Rodrigo do Vale, comandante do 13º Grupamento Bombeiro Militar (13º GBM) e perito na ocorrência, ressaltou que, ao chegarem ao quartel, os agentes iniciaram imediatamente os protocolos de atendimento pré-hospitalar, priorizando a estabilização clínica, o cuidado humanizado e o rápido encaminhamento para unidades de saúde especializadas. A gravidade das queimaduras exigiu internação hospitalar intensiva em unidade especializada para ambas as vítimas, demonstrando a seriedade do estado de saúde em que se encontram.

Atuação do Corpo de Bombeiros Militar

O Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA) teve papel fundamental no atendimento às vítimas do crime brutal ocorrido em Salinópolis. Thayse do Nascimento e sua filha, que sofreram queimaduras graves, foram prontamente socorridas e receberam os cuidados necessários por parte dos bombeiros.

De acordo com o major Rodrigo do Vale, comandante do 13º Grupamento Bombeiro Militar (13º GBM) e perito na ocorrência, as vítimas foram atendidas com prioridade, seguindo os protocolos de atendimento pré-hospitalar. O objetivo era estabilizar clinicamente Thayse e sua filha, oferecendo um cuidado humanizado e rápido para minimizar os danos causados pelas queimaduras.

Além disso, o CBMPA também foi responsável por encaminhar as vítimas para unidades de saúde especializadas, onde pudessem receber os cuidados médicos necessários para tratar as queimaduras. A atuação dos bombeiros foi essencial para garantir que Thayse e sua filha tivessem a melhor assistência possível diante da gravidade das lesões.

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