Impactos da Greve na Ufra: Ameaça à Conclusão dos Cursos

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Bruna Lima
Bruna Lima

Paralisação do Corpo Docente na Ufra

A greve do corpo docente da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), deflagrada pela Associação dos Docentes da Ufra, Seção Sindical (Adufra-Ssind), teve início nesta segunda-feira (5), com potencial de causar impactos acadêmicos na instituição.

A paralisação gera apreensão entre os estudantes, especialmente aqueles em fase de conclusão de curso. Mikaele da Silva, aluna do 10º período de Engenharia de Pesca, relatou que o movimento pode comprometer diretamente o cronograma de sua turma, que está nos momentos finais da graduação.

Isso pode atrasar nosso calendário institucional e, consequentemente, a colação de grau”, afirmou Mikaele. Ela salientou que, mesmo com a possível suspensão de aulas por parte de professores que aderirem ao movimento, os alunos continuam envolvidos em atividades como estágios e pesquisas, mas perderão ‘o primordial, que são as aulas, para concluir o semestre letivo’.

A insegurança também é compartilhada por estudantes de outros períodos.

Para Adriana Freitas, acadêmica do 4º semestre de Engenharia de Pesca, a possibilidade de paralisações provoca indignação entre os discentes. ‘Os estudantes são, historicamente, os principais prejudicados por esse tipo de situação. Qualquer interrupção impacta o andamento do semestre, o cumprimento da carga horária e a formação acadêmica’, ressaltou.

Adriana enfatizou que muitos alunos conciliam estudos, trabalho e responsabilidades familiares, organizando suas rotinas com base no calendário acadêmico. ‘A insegurança gerada por paralisações e indefinições institucionais recai quase exclusivamente sobre o corpo discente, que não participa das decisões administrativas, mas sofre integralmente suas consequências’, avaliou. A expectativa, segundo ela, é por transparência, responsabilidade e compromisso com a continuidade do ensino público.

Em nota oficial, a Reitoria da Ufra informou ter tomado conhecimento da deflagração da greve e reconheceu o direito constitucional dos servidores públicos à paralisação, destacando a voluntariedade da adesão. A gestão reforçou sua preocupação com os alunos e afirmou que, até o momento, não haverá alteração no calendário acadêmico e administrativo da instituição.

Segundo a nota, todas as unidades da universidade, incluindo o Hospital Veterinário, devem operar normalmente para evitar prejuízos à comunidade interna e externa. A Reitoria acrescentou que as reivindicações apresentadas pela Adufra-Ssind vêm sendo tratadas como prioridade pela gestão pró-tempore, e que as medidas adotadas seguem o Regi

Preocupações dos Estudantes

A greve do corpo docente da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), deflagrada pela Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural da Amazônia, Seção Sindical (Adufra-Ssind), teve início nesta segunda-feira (5), com potencial de causar impactos acadêmicos na instituição. A paralisação gera apreensão entre os estudantes, especialmente aqueles em fase de conclusão de curso.

Mikaele da Silva, aluna do 10º período de Engenharia de Pesca, relatou que o movimento pode comprometer diretamente o cronograma de sua turma, que está nos momentos finais da graduação. Ele salientou que, mesmo com a possível suspensão de aulas por parte de professores que aderirem ao movimento, os alunos continuam envolvidos em atividades como estágios e pesquisas, mas perderão “o primordial, que são as aulas, para concluir o semestre letivo”.

A falta de informações claras neste início de paralisação também preocupa os estudantes. A Adriana Freitas, acadêmica do 4º semestre de Engenharia de Pesca, destacou que a possibilidade de paralisações provoca indignação entre os discentes. Ela ressaltou que qualquer interrupção impacta o andamento do semestre, o cumprimento da carga horária e a formação acadêmica. A insegurança gerada recai quase exclusivamente sobre o corpo discente, que não participa das decisões administrativas, mas sofre integralmente suas consequências.

Em nota oficial, a Reitoria da Ufra informou ter tomado conhecimento da deflagração da greve e reconheceu o direito constitucional dos servidores públicos à paralisação, destacando a voluntariedade da adesão. A gestão reforçou sua preocupação com os alunos e afirmou que, até o momento, não haverá alteração no calendário acadêmico e administrativo da instituição. Todas as unidades da universidade, incluindo o Hospital Veterinário, devem operar normalmente para evitar prejuízos à comunidade interna e externa. As reivindicações apresentadas pela Adufra-Ssind vêm sendo tratadas como prioridade pela gestão pró-tempore, e as medidas adotadas seguem o Regi

Posicionamento da Reitoria da Ufra

A greve deflagrada pela Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) nesta segunda-feira (5) está gerando apreensão entre os estudantes, especialmente os que estão próximos da conclusão dos cursos. Mikaele da Silva, aluna do 10º período de Engenharia de Pesca, expressou sua preocupação com o possível impacto negativo no cronograma de sua turma, que está na reta final da graduação.

Para Mikaele, a paralisação pode acarretar atrasos no calendário institucional e, consequentemente, na colação de grau. Mesmo com atividades como estágios e pesquisas em andamento, a interrupção das aulas é vista como um obstáculo para a conclusão do semestre letivo. A falta de informações claras no início da greve também é um ponto de preocupação para os estudantes.

Adriana Freitas, acadêmica do 4º semestre de Engenharia de Pesca, destacou a indignação dos discentes diante da possibilidade de paralisações. Ela ressaltou que os alunos são os mais afetados por situações desse tipo, impactando diretamente o andamento do semestre, o cumprimento da carga horária e a formação acadêmica. A insegurança causada por indefinições institucionais recai majoritariamente sobre os estudantes, que esperam transparência e compromisso com a continuidade do ensino público.

A Reitoria da Ufra emitiu uma nota oficial reconhecendo o direito dos servidores à greve e destacando a voluntariedade da adesão. Até o momento, a gestão garantiu que não haverá alterações no calendário acadêmico e administrativo da instituição. Todas as unidades, incluindo o Hospital Veterinário, devem operar normalmente para evitar prejuízos à comunidade interna e externa. As reivindicações dos docentes estão sendo tratadas como prioridade pela gestão pró-tempore da Ufra.

Perspectivas e Expectativas

A greve do corpo docente da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), deflagrada pela Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural da Amazônia, Seção Sindical (Adufra-Ssind), teve início nesta segunda-feira (5), com potencial de causar impactos acadêmicos na instituição.

A paralisação gera apreensão entre os estudantes, especialmente aqueles em fase de conclusão de curso. Mikaele da Silva, aluna do 10º período de Engenharia de Pesca, relatou que o movimento pode comprometer diretamente o cronograma de sua turma, que está nos momentos finais da graduação.

Estudantes da Ufra preocupados com o atraso em cursos

“Isso pode atrasar nosso calendário institucional e, consequentemente, a colação de grau”, afirmou Mikaele. Ela salientou que, mesmo com a possível suspensão de aulas por parte de professores que aderirem ao movimento, os alunos continuam envolvidos em atividades como estágios e pesquisas, mas perderão “o primordial, que são as aulas, para concluir o semestre letivo”.

Mikaele também destacou a falta de informações claras neste início de paralisação. “Ainda não recebemos comunicado de todos os professores sobre se vão ou não aderir à greve”, disse. A insegurança também é compartilhada por estudantes de outros períodos.

Para Adriana Freitas, acadêmica do 4º semestre de Engenharia de Pesca, a possibilidade de paralisações provoca indignação entre os discentes. “Os estudantes são, historicamente, os principais prejudicados por esse tipo de situação. Qualquer interrupção impacta o andamento do semestre, o cumprimento da carga horária e a formação acadêmica”, ressaltou.

Adriana enfatizou que muitos alunos conciliam estudos, trabalho e responsabilidades familiares, organizando suas rotinas com base no calendário acadêmico. “A insegurança gerada por paralisações e indefinições institucionais recai quase exclusivamente sobre o corpo discente, que não participa das decisões administrativas, mas sofre integralmente suas consequências”, avaliou. A expectativa, segundo ela, é por transparência, responsabilidade e compromisso com a continuidade do ensino público.

Reitoria da Ufra mantém funcionamento e calendário

Em nota oficial, a Reitoria da Ufra informou ter tomado conhecimento da deflagração da greve e reconheceu o direito constitucional dos servidores públicos à paralisação, destacando a voluntariedade da adesão. A gestão reforçou sua preocupação com os alunos e afirmou que, até o momento, não haverá alteração no calendário acadêmico e administrativo da instituição.

Segundo a nota, todas as unidades da universidade, incluindo o Hospital Veterinário, devem operar normalmente para evitar prejuízos à comunidade interna e externa. A Reitoria acrescentou que as reivindicações apresentadas pela Adufra-Ssind vêm sendo tratadas como prioridade pela gestão pró-tempore, e que as medidas adotadas seguem o Regi

Fonte: https://www.oliberal.com

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