O Milagre Azulino: Como Guto Ferreira Salvou o Remo da Sarjeta e o Levou ao Paraíso (ou Quase)
Ah, o futebol! Essa caixinha de surpresas (nem sempre agradáveis, sejamos honestos). E o que falar do Remo, hein? Parecia mais um daqueles casos perdidos, um time que colecionava mais vexames que troféus, até que… Tchan, tchan, tchan! Surge ele, o salvador da pátria, o guru da bola, o… Guto Ferreira!
Do Caos ao Quase-Título: A Saga de um Clube Perdido
Vamos ser sinceros, a situação era tenebrosa. Depois de dispensar Daniel Paulista (alguém lembra dele?) e sofrer com a passagem “irregular” de António Oliveira (quem?), o Remo mais parecia um navio à deriva no oceano da Série B. Um elenco inchado, cortesia do “mestre” Braz (outro que merecia um reality show), mas sem a menor organização tática. Era cada um por si e Deus por todos!
A prova disso? Com António Oliveira, o time somou míseros 42,2% dos pontos. Se continuasse assim, terminaria em 12º lugar. Um fiasco! Com Daniel Paulista, a coisa melhoraria um pouco, alcançando 56,6%, o que talvez desse um acesso sofrido em terceiro lugar. Mas, sejamos francos, ninguém queria um acesso “talvez”, né?
Guto Ferreira: O Messias da Curuzu
Eis que surge Guto Ferreira, o cara que transformou água em vinho (ou, no caso, um timeco em um aspirante ao título). O cara chegou, botou ordem na casa, deu umas broncas aqui, uns abraços acolá e, de repente, o Remo virou outro time. Sete vitórias, dois empates e apenas uma derrota. Uma arrancada digna de Usain Bolt!
Com Guto, a defesa virou um muro, o meio-campo passou a ditar o ritmo do jogo (e não o contrário) e o ataque… Ah, o ataque! Deixou de depender de “lampejos individuais” (tipo aqueles fogos de artifício que só fazem barulho) e se tornou uma máquina de fazer gols. Uma beleza de se ver (para quem torce pro Remo, claro).
O Segredo do Sucesso (ou Quase)
Mas qual o segredo de Guto? Seria um pacto com o diabo? Um curso intensivo de hipnose? Talvez. Mas, além disso, ele também soube estabilizar o vestiário (que, pelo visto, era um verdadeiro hospício), melhorar a comunicação entre os jogadores (que antes se comunicavam por sinais de fumaça) e resgatar aqueles que estavam jogando pior que eu no videogame.
E, claro, a experiência! O cara já subiu com tantos times que deve ter um mapa da mina para o acesso. Somado a isso, uma leitura pragmática dos momentos decisivos do campeonato (tipo saber quando chutar a bola para o mato e ganhar tempo), e voilà! O Remo de volta à Série A depois de 32 anos!
A Moral da História (ou Quase)
No fim das contas, a história do Remo com Guto Ferreira é uma daquelas que a gente adora: um time desacreditado que encontra um líder, se reinventa e, mesmo sem o título (que fique claro!), conquista algo ainda maior: a alegria da sua torcida e um lugar de destaque na história do futebol brasileiro.
Agora, o Remo negocia a permanência de Guto. Tomara que ele fique, né? Afinal, depois de tanto sofrimento, os azulinos merecem um pouco de paz (e, quem sabe, um título de verdade).
E você, torcedor? Acha que Guto Ferreira deve ficar no Remo? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião!
Créditos ao Portal Pai D’Égua.
Fonte: https://www.oliberal.com