Grupo suspeito no Brasil é acusado de furtar criptoativos de corretora dos EUA

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© REUTERS / Dado Ruvic /Direitos Reservados
© REUTERS / Dado Ruvic /Direitos Reservados

A Polícia Federal (PF) está investigando um grupo suspeito de furto eletrônico de criptoativos no valor de US$ 2,6 milhões. Os valores foram retirados de carteiras mantidas em uma corretora de criptomoedas nos Estados Unidos.

A operação, denominada Decrypted II, está focada em indivíduos localizados no Brasil, com destaque para o Maranhão. Nesta terça-feira (3), a PF está realizando mandados de prisão preventiva e busca e apreensão na cidade de Imperatriz, no Maranhão.

O objetivo da ação é desmantelar uma associação criminosa envolvida em fraudes eletrônicas em carteiras de criptoativos e em lavagem de dinheiro de forma transnacional.

A investigação é fruto da colaboração entre a Polícia Federal e a força-tarefa El Dorado do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (El Dorado Task Force da Homeland Security Investigations - HSI).

Movimentações financeiras suspeitas e continuidade dos crimes

As investigações apontaram para movimentações financeiras que não condizem com a capacidade econômica dos principais investigados. Eles estavam recebendo altos valores de provedoras de serviços de ativos virtuais sem justificativa comercial ou negocial.

Segundo a PF, a operação atual é decorrente de transferências disfarçadas de altos valores em criptoativos, mesmo após o cumprimento de mandados de busca na primeira fase das investigações. Isso evidencia a continuidade dos crimes por parte dos investigados.

A Polícia Federal segue trabalhando para desvendar esse esquema criminoso e garantir a responsabilização dos envolvidos, mantendo o compromisso com a segurança e a ordem pública.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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