CMN reduz juros de financiamentos para cooperativas rurais e incentiva a pecuária

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tará via Turquia para contornar Estreito de Ormuz. Exportação de barbatana do tu
Reprodução Agência Brasil

As cooperativas da agricultura familiar terão acesso a juros mais baixos nos financiamentos voltados à bovinocultura. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a redução da taxa de juros do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na modalidade Mais Alimentos, de 8% para 3% ao ano. A nova taxa passa a valer para operações contratadas por cooperativas que adquirirem sêmen, óvulos e embriões para melhoramento genético, tanto na pecuária de corte quanto na de leite.

O Ministério da Fazenda explicou que essa medida visa estimular investimentos na produtividade do setor. Até o momento, a taxa mais baixa era aplicada apenas a financiamentos contratados diretamente por agricultores familiares, mas agora o benefício se estende às cooperativas que atendem seus associados.

Incentivo genético para a pecuária

O CMN também autorizou o financiamento de itens relacionados ao melhoramento genético de forma isolada por meio do Renovagro, um programa voltado a sistemas de produção agropecuária sustentáveis. Além da aquisição de material genético, serviços como inseminação artificial e transferência de embriões também poderão ser financiados, rompendo a limitação anterior de 30% do valor total do crédito de investimento.

Financiamento do setor cafeeiro

Na mesma reunião, o colegiado aprovou a destinação de R$ 7,37 bilhões para o financiamento do setor cafeeiro em 2026, através do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Esses recursos serão utilizados em diversas frentes, como custeio da produção, comercialização, aquisição de café, capital de giro e recuperação de lavouras danificadas.

Distribuição dos recursos

O governo informou que a distribuição dos valores entre as diferentes linhas de crédito será definida pelo Ministério da Agricultura, seguindo as regras estabelecidas no Manual de Crédito Rural. O CMN é presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e conta com a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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