Pará se Prepara Para o Enem Mais Tarde Que a Novela das Nove
Ah, o Enem… Aquele momento mágico em que jovens (e nem tão jovens assim) por todo o Brasil se reúnem para demonstrar o quanto aprenderam – ou não – durante anos de estudo. Mas, como a vida no Pará é um pouquinho diferente, o Enem por aqui resolveu dar um “tempinho” a mais para os estudantes de Belém, Ananindeua e Marituba, tudo por causa da tal da COP 30. Tipo assim, “oi, mundo, estamos salvando o planeta, mas a prova de vocês pode esperar um pouquinho, tá?”.
Um Exército de Segurança Para Proteger as Provas (De Quem?)
E para garantir que ninguém cole, roube ou tente trocar gabaritos (afinal, a gente confia, mas desconfia, né?), nada menos que 1.372 agentes estarão de prontidão, munidos de 166 viaturas, 12 carros de bombeiro (vai que alguém resolve tacar fogo no local de prova por pura frustração?), 8 unidades de resgate e até 8 motocicletas. É tanta gente que dá pra pensar que vão invadir um país, não aplicar uma prova!
A estratégia? Simples: transformar Belém, Ananindeua e Marituba em verdadeiras fortalezas, com direito a escolta de malotes digna de filme de ação, monitoramento constante das câmeras de segurança e um centro de comando e controle que faria inveja à NASA. Tudo isso para quê? Para que os mais de 190 mil inscritos possam fazer suas provas em paz. Ou, pelo menos, sem serem atropelados por um carro de bombeiro.
O CICC: A Sala de Guerra do Enem Paraense
No coração dessa operação toda está o Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICC), um lugar onde todas as forças de segurança se reúnem para trocar informações, planejar estratégias e, provavelmente, tomar muito café. Afinal, monitorar quase 200 mil pessoas fazendo prova não é tarefa fácil. Lá, a galera acompanha tudo: a movimentação dos malotes, o nervosismo dos candidatos e, claro, qualquer tentativa de “cola” que possa surgir. Porque, né, brasileiro é criativo até na hora de burlar as regras.
O chefe da Segup, Ualame Machado, garante que tudo está sendo feito para garantir a segurança e o bom andamento do Exame. Mas a gente sabe que, no fundo, o que ele quer mesmo é evitar que o Pará vire notícia por algum escândalo envolvendo o Enem. Afinal, já basta a fama de terra da mangueira e do açaí, né?
E Depois da Prova? A Saga do Malote Perdido
E quando as provas terminarem, começa outra maratona: a da logística reversa. Os malotes são recolhidos com a mesma pompa e circunstância da entrega e enviados para São Paulo, onde serão corrigidos. A gente só espera que, no meio do caminho, nenhum malote se perca, seja abduzido por ETs ou acabe virando churrasco de gato em alguma esquina da cidade.
Afinal, depois de tanta preparação e investimento, seria o cúmulo do absurdo perder as provas, não é mesmo? Mas, como diz o ditado, “no Brasil, até o passado é incerto”. Então, cruzem os dedos e torçam para que tudo corra bem. E, se por acaso você for um dos candidatos, lembre-se: respire fundo, relaxe e tente não surtar. Afinal, o Enem é só uma prova. A vida é que é o verdadeiro teste!
E aí, preparado para encarar o Enem com toda essa pompa e circunstância? Se você está buscando uma forcinha extra para se dar bem nas provas, que tal dar uma olhada no nosso guia completo de preparação? Acesse agora e garanta sua vaga na universidade dos seus sonhos (ou pelo menos tente)!
Créditos ao Portal Pai D’Égua.
Fonte: https://www.oliberal.com