Preparem os Tambores (e os Ouvidos!): Júnior Soares e Luê Desenterram o Passado Musical!
Ah, a música paraense… Tão rica, tão vibrante, tão… peculiar! E o que temos aqui? Nada mais, nada menos que o encontro explosivo (no bom sentido, espero) de Júnior Soares, o guru do Arraial do Pavulagem, e sua cria, a igualmente talentosa (dizem!) Luê. Sim, amigos, preparem seus corações (e seus tímpanos) para o espetáculo “Dois Rios”, uma ode à tradição, à família e, quem sabe, a uns bons momentos de sono durante a apresentação.
O Grande Encontro: Quando o Rio Encontra o Rio… Ou Algo Assim
Domingo, dia 7 (se você não perdeu a data), às 17h, no SESC Teatro Casa Isaura Campos, palco de grandes emoções (e algumas gafes memoráveis), será o cenário desse encontro épico. E o melhor de tudo? A entrada é gratuita! Sim, você não precisa vender um rim para prestigiar a arte amazônica. Apenas enfrente a fila, lute por um bom lugar e torça para não ter um ataque de espirro bem na hora do solo de flauta doce.
COP30: O Ensaio Geral da Família Addams Paraense
Mas antes de chegar ao grande público, “Dois Rios” já circulou nos bastidores da COP30. Imagino a cena: ambientalistas de todo o mundo, engravatados e preocupados com o futuro do planeta, sendo presenteados com a performance “intimista” de Júnior e Luê. É como se a família Addams resolvesse fazer um show de talentos em um congresso da ONU. Hilário!
Tradição Versus Modernidade: Uma Batalha Musical (Amigável, Prometem)
A premissa do show é, no mínimo, interessante: um diálogo entre gerações. Júnior, com sua pegada tradicional, representando a ancestralidade da música paraense; Luê, com sua “delicadeza melódica”, tentando modernizar a coisa toda. É como ver um fusca turbinado competindo com uma carroça espacial. Quem ganha? Ninguém sabe! O importante é a diversão (e a tentativa de não bocejar).
Memórias Aquáticas: Uma Metáfora Um Tanto Quanto Confusa
Segundo os artistas (e seus assessores de imprensa), a proposta é mostrar como “memórias, tradições e gestos musicais atravessam gerações como águas que descem de margens diferentes, mas se reconhecem quando se encontram”. Uau! Quanta poesia! Quanta profundidade! Quanta… água! Confesso que fiquei boiando nessa metáfora. Mas, ei, quem sou eu para questionar a genialidade de dois artistas consagrados?
Herança Amazônica: O Legado Continua… Ou Tenta
No fim das contas, “Dois Rios” é mais do que um simples show. É a celebração da herança amazônica, a reafirmação da identidade cultural do Pará, a prova de que o talento (e os genes) podem ser transmitidos de pai para filha. É a chance de ver de perto a união de duas trajetórias individuais, a consagração de um legado familiar. Ou, quem sabe, apenas uma desculpa para passar o domingo à tarde no teatro, fugindo do calor infernal de Belém.
Se você gosta de música, de tradição, de encontros familiares inusitados (e de entrada gratuita), não perca “Dois Rios”. Quem sabe você não se surpreende? Quem sabe você não se emociona? Quem sabe você não dorme profundamente?
E você? Vai encarar essa aventura sonora? Comente abaixo!
Créditos ao Portal Pai D’Égua.
Fonte: https://bacananews.com.br