Destaques na temporada paralímpica: atletismo e judô

Facebook
X
WhatsApp
Telegram
© Cris Mattos/CPB/Direitos Reservados
© Cris Mattos/CPB/Direitos Reservados

Este artigo aborda destaques na temporada paralímpica: atletismo e judô de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Desempenho histórico nos Campeonatos Mundiais

O ano de 2025 foi marcado por desempenhos históricos nos Campeonatos Mundiais de atletismo e judô, colocando o Brasil no topo do quadro de medalhas. No Mundial de atletismo, a equipe brasileira fez história e terminou em primeiro lugar, com destaques como Lauro Chaman, tricampeão Mundial de Paraciclismo na Bélgica. Além disso, Cristian Ribera se tornou campeão mundial de esqui cross country na Noruega, trazendo otimismo para a Paralimpíada de Inverno em 2026.

No Mundial de judô, realizado em Astana (Cazaquistão), o Brasil teve um desempenho excepcional, subindo ao pódio treze vezes, com cinco medalhas de ouro. Destaque para Alana Maldonado, tricampeã na categoria até 70 kg da classe J2, e Wilians Araújo, bicampeão na categoria acima de 95 kg da classe J1. Também foi marcante a final 100% brasileira entre judocas acima de 70 kg da classe J2, com vitória de Rebeca Silva sobre Meg Emmerich. O Brasil liderou o quadro de medalhas de maneira inédita neste evento.

Tensão de bastidores e embates

A temporada paralímpica foi marcada não apenas pelos desempenhos históricos no atletismo e judô, mas também por momentos de tensão nos bastidores. Um dos embates mais notáveis foi o confronto entre atletas e a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) devido a exigências polêmicas relacionadas ao Bolsa Atleta.

Essa tensão de bastidores reflete a complexidade e os desafios enfrentados pelos atletas paralímpicos, que muitas vezes precisam lidar com questões burocráticas e administrativas que podem impactar diretamente em seu desempenho esportivo. A busca por melhores condições e apoio para os atletas é fundamental para o desenvolvimento do esporte paralímpico no Brasil e no mundo.

É importante que essas questões sejam discutidas e resolvidas de forma transparente e eficaz, visando sempre o bem-estar e o sucesso dos atletas paralímpicos. A temporada paralímpica é marcada não apenas pelas conquistas em competições, mas também pelos desafios enfrentados nos bastidores, que são igualmente importantes para o crescimento e desenvolvimento do esporte paralímpico.

Brasil nas competições internacionais

O Brasil teve um desempenho excepcional nas competições internacionais da temporada paralímpica, conquistando diversos destaques em diferentes modalidades esportivas. Nos Campeonatos Mundiais de atletismo e judô, o país se destacou ocupando o topo do quadro de medalhas, demonstrando a força e o talento dos atletas brasileiros.

No Mundial de judô, realizado em Astana (Cazaquistão), o Brasil subiu ao pódio 13 vezes, com cinco dessas conquistas no lugar mais alto. Alana Maldonado e Wilians Araújo foram alguns dos grandes nomes da competição, conquistando títulos em suas categorias. Destaque também para a final 100% brasileira e os ouros inéditos de Brenda Freitas e Rosi Andrade, que mostraram a qualidade do judô paralímpico brasileiro.

No Mundial de canoagem, o brasileiro Fernando Rufino conquistou o único ouro do país, demonstrando mais uma vez a habilidade dos atletas brasileiros em competições internacionais. Além disso, o Brasil teve participações de destaque em outras modalidades, como tênis em cadeira de rodas, onde conquistou medalhas em competições importantes ao redor do mundo, mostrando a diversidade e excelência do esporte paralímpico brasileiro.

Brilho no tênis em cadeira de rodas

O tênis em cadeira de rodas também teve seu destaque na temporada paralímpica, com grandes conquistas por parte dos atletas brasileiros. Na Copa do Mundo da modalidade, realizada em Antalya (Turquia), a seleção brasileira da classe quad alcançou a final pela primeira vez, levando para casa a medalha de prata após ser superada pela Holanda. Além disso, na categoria júnior, o Brasil chegou às semifinais e conquistou o quarto lugar, com a participação fundamental dos talentosos Vitória Miranda e Luiz Calixto, ambos de Minas Gerais.

Nos Grand Slams, os renomados eventos do tênis em cadeira de rodas, os brasileiros também brilharam. Vitória Miranda se consagrou campeã de simples e duplas femininas, ao lado da belga Luna Gryp, tanto no Aberto da Austrália quanto em Roland Garros, na França. Já Luiz Calixto conquistou o título de duplas masculinas na Austrália, ao lado do norte-americano Charlie Cooper. Ambos encerraram com chave de ouro suas participações nos juniores, mostrando o talento e a força do tênis em cadeira de rodas brasileiro.

Domínio brasileiro no Mundial de judô

O Brasil dominou o Mundial de judô em Astana, Cazaquistão, com um desempenho histórico que rendeu ao país o primeiro lugar no quadro de medalhas de forma inédita. Foram 13 medalhas conquistadas, sendo cinco delas de ouro, demonstrando a força e o talento dos judocas brasileiros.

Destaque para Alana Maldonado, que se consagrou tricampeã na categoria até 70kg da classe J2, e para Wilians Araújo, bicampeão na categoria acima de 95kg da classe J1. Além disso, a final 100% brasileira entre Rebeca Silva e Meg Emmerich na classe J2 acirrou a competição e mostrou o alto nível dos atletas do país.

Outros destaques foram os ouros inéditos de Brenda Freitas na categoria até 70kg e de Rosi Andrade na categoria até 52kg, ambos na classe J1. Com essas conquistas, o Brasil reafirma sua posição de destaque no cenário mundial do judô paralímpico.

Conquistas no Mundial de canoagem e ciclismo

No Mundial de canoagem, realizado em Milão, o destaque brasileiro foi o sul-mato-grossense Fernando Rufino, que conquistou a única medalha de ouro para o Brasil. Ele venceu a prova dos 200 metros na classe VL2, que engloba atletas que utilizam tronco e braços na remada. Essa vitória de Rufino foi especialmente significativa, pois repetiu a dobradinha da final paralímpica dos Jogos de Paris, em 2024, onde ele ficou em primeiro e o paranaense Igor Tofalini em segundo. Além do ouro de Rufino, o Brasil subiu ao pódio mais quatro vezes durante o Mundial de canoagem na Itália.

Da mesma forma, no Mundial de ciclismo, os atletas brasileiros também se destacaram. Com performances sólidas e determinadas, a equipe brasileira conquistou diversas medalhas, demonstrando o potencial e a qualidade dos competidores nacionais. A participação do Brasil no Mundial de ciclismo foi marcada por momentos emocionantes e conquistas que enchem de orgulho o país.

ANÚNCIOS

// bombando!

// Veja também