Queda expressiva nos indicadores de segurança pública
A região do Baixo Amazonas e Tapajós, no oeste do Pará, registrou uma mudança significativa no cenário da segurança pública durante o primeiro quadrimestre de 2026. Dados oficiais fornecidos pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) revelam uma queda de 42,5% nos Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLI) entre janeiro e abril, em comparação ao mesmo período do ano anterior.
criminalidade: cenário e impactos
Os números refletem um esforço concentrado das autoridades locais para conter a escalada da violência. Nos primeiros quatro meses de 2026, o território contabilizou 46 casos de CVLI, um recuo importante frente às 80 ocorrências registradas no mesmo intervalo de 2025. O dado é acompanhado por uma tendência de queda em outras modalidades criminosas que impactam diretamente o cotidiano da população.
Redução em roubos e furtos na região
Além da diminuição nos crimes contra a vida, o balanço da Secretaria de Segurança Pública aponta para uma melhora nos índices de crimes contra o patrimônio. Os registros de roubo, que geram grande sensação de insegurança nas áreas urbanas, caíram 38,33%. Foram 304 ocorrências neste ano, contra 493 registradas entre janeiro e abril de 2025.
Os casos de furto também apresentaram retração, com uma diminuição de 18,59%. O total de registros passou de 2.995 no ano passado para 2.438 no quadrimestre atual. Essas estatísticas, consolidadas pelo portal oficial da Segup, indicam um impacto positivo das estratégias de policiamento ostensivo e preventivo implementadas na região.
Inteligência policial e integração das forças
Para o delegado superintendente regional do Baixo Amazonas, Jardel Guimarães, os resultados não são casuais. O gestor atribui a queda nos índices criminais a um modelo de trabalho baseado na integração entre as diferentes forças de segurança e no fortalecimento da inteligência policial. Segundo o delegado, o mês de abril foi determinante para consolidar essa tendência de baixa.
A atuação conjunta das instituições tem sido fundamental para o monitoramento de áreas críticas, especialmente em Santarém, principal polo da região. O investimento em tecnologia e a coordenação entre as polícias Civil e Militar permitem uma resposta mais ágil aos focos de criminalidade, garantindo maior estabilidade social e segurança para os moradores do oeste paraense.
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