Em meio a um ano marcado por fortes chuvas, sete municípios do estado do Pará já decretaram situação de emergência em 2026. Segundo dados do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR), os municípios afetados são Óbidos, Ananindeua, Portel, Novo Repartimento, Bannach, Pacajá e Bragança.
O reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública permite que os municípios solicitem recursos ao MIDR para ações de defesa civil. Essas solicitações são feitas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), e após avaliação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados por meio de portaria no Diário Oficial da União, liberando os valores correspondentes.
Óbidos foi o primeiro a decretar situação de emergência, em janeiro, seguido por Ananindeua, Portel, Novo Repartimento, Bannach, Pacajá e Bragança, que publicaram seus decretos em fevereiro.
Atualmente, o Pará conta com 45 decretos de situação de emergência em vigor, sendo a maioria relacionada ao segundo semestre de 2025. Esses decretos tiveram origem em situações como estiagem, incêndios florestais, tempestades e erosão.
Municípios em situação de emergência devido às chuvas
A seguir, a lista dos municípios paraenses que decretaram situação de emergência por causa das chuvas, com suas respectivas datas de ocorrência e fim da vigência do decreto:
1. Óbidos – Tempestade Local/Convectiva – 28/01/2026 – 02/08/2026
2. Ananindeua – Tempestade Local/Convectiva – 04/02/2026 – 10/08/2026
3. Portel – Tempestade Local/Convectiva – 09/02/2026 – 08/08/2026
4. Novo Repartimento – Tempestade Local/Convectiva – 16/02/2026 – 22/08/2026
5. Bannach – Tempestade Local/Convectiva – 19/02/2026 – 18/08/2026
6. Pacajá – Tempestade Local/Convectiva – 19/02/2026 – 22/08/2026
7. Bragança – Tempestade Local/Convectiva – 28/02/2026 – 29/08/2026
A situação desses municípios evidencia a gravidade das chuvas e a necessidade de apoio para lidar com as consequências desses eventos climáticos.
Fonte: https://www.oliberal.com