Casas antigas no bairro da Campina em Belém apresentam risco de desabamento e geram preocupação na comunidade local

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Bruna Lima
Bruna Lima

O Bairro da Campina, um dos mais tradicionais de Belém, está enfrentando um problema crescente que coloca em risco não apenas a estrutura do local, mas também a segurança dos moradores e transeuntes. Diversas casas antigas estão ameaçadas de desabamento, especialmente durante o período de chuvas, conforme relata Francisco Júnior, membro do grupo de moradores do bairro.

Risco estrutural e social

Segundo Francisco, as residências estão em estado crítico de conservação, sem manutenção adequada há anos. Além do perigo iminente de desabamento, muitas dessas casas se tornaram locais de abrigo para usuários de drogas e moradores de rua, o que gera problemas sociais adicionais para a comunidade local.

Preocupações e invasões

Vídeos compartilhados por moradores em grupos de mensagens mostram pessoas transitando pelos telhados das casas, invadindo propriedades e causando sensação de insegurança. O risco não se limita à questão estrutural, mas também envolve invasões e furtos, gerando grande preocupação na vizinhança.

Desafios legais e públicos

O aluguel e sublocação irregular das casas, muitas vezes tombadas por lei, dificultam o processo de revitalização. Apesar da responsabilidade do IPHAN em proteger essas construções, a falta de ações efetivas das autoridades locais coloca em risco tanto os moradores quanto os transeuntes que circulam pela região.

Pedido de intervenção e alerta

O grupo de moradores tem buscado apoio das autoridades, incluindo a prefeitura e o IPHAN, para resolver a situação, mas até o momento não houve ações efetivas. A presença de indígenas venezuelanos em algumas das casas, em condições precárias, reforça a urgência de intervenção para evitar uma possível tragédia na região.

Diante do cenário preocupante, Francisco destaca a necessidade de ações imediatas por parte das autoridades para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos. A reportagem buscou informações junto à prefeitura de Belém e ao IPHAN, aguardando retorno sobre as medidas que serão tomadas para lidar com essa situação.

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