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Câmara do Rio aprova limite de 5% para cargos comissionados na prefeitura

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pessoas que não pertencem aos quadros efetivos do município. A proposta foi apro
Reprodução Agência Brasil

Nova regra define teto para ocupação de cargos por não concursados

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou, em sessão extraordinária realizada nesta terça-feira (5), um projeto de lei que estabelece um limite de 5% para a ocupação de cargos comissionados por pessoas que não fazem parte dos quadros efetivos da administração municipal. A medida, que agora segue para sanção do prefeito, busca consolidar em lei uma prática de gestão voltada à eficiência administrativa e à valorização dos servidores de carreira.

A iniciativa, de autoria do presidente da Câmara, Carlo Caiado, reflete uma tendência de racionalização da máquina pública. O objetivo central é garantir que as funções de chefia e direção sejam ocupadas prioritariamente por profissionais que ingressaram no serviço público por meio de concurso, assegurando a continuidade técnica e o compromisso com o interesse público.

Valorização do servidor e responsabilidade fiscal

O projeto é inspirado em diretrizes adotadas pelo governo estadual, que tem focado na organização das contas públicas. Segundo o prefeito Eduardo Cavaliere, a medida reforça o compromisso com a responsabilidade fiscal e a boa gestão. “Essa medida legal reforça o compromisso com a responsabilidade fiscal, boa gestão e valorização dos servidores efetivos, que são a ampla maioria do serviço público municipal”, afirmou o gestor.

Na prática, o texto legal formaliza um cenário que já vem sendo construído nos últimos anos. Desde 2021, a prefeitura do Rio de Janeiro já havia reduzido o percentual de cargos comissionados ocupados por profissionais sem vínculo efetivo para 3,6% do total de servidores ativos, um índice que agora se torna um limite máximo estabelecido por lei.

Cenário econômico e investimentos municipais

A aprovação da proposta ocorre em um momento de expansão orçamentária para a capital fluminense. Dados oficiais indicam que o orçamento da cidade saltou de R$ 32 bilhões, em 2021, para uma previsão de R$ 52 bilhões para 2026. Esse crescimento é acompanhado por uma execução orçamentária robusta, com investimentos que alcançaram R$ 5,5 bilhões, representando 10,6% da despesa total do município.

Além do controle sobre a ocupação de cargos, a prefeitura mantém indicadores fiscais equilibrados, com o nível de endividamento sob controle e uma suficiência de caixa próxima a R$ 1 bilhão registrada no último ano. Para o presidente da Câmara, Carlo Caiado, o projeto é um passo fundamental para o futuro da cidade. “A Câmara está fazendo a sua parte ao avançar com um projeto que organiza a máquina pública, valoriza o servidor de carreira e estabelece limites claros”, pontuou o parlamentar.

O Portal Pai D’Égua segue acompanhando o desdobramento desta pauta e os impactos da nova legislação na estrutura administrativa da capital carioca. Para se manter informado sobre as decisões que moldam o cenário político e econômico do país, continue acompanhando nossas atualizações diárias, onde prezamos pela apuração rigorosa e pelo compromisso com a informação de qualidade.

Para mais detalhes sobre a tramitação de projetos na capital, consulte o site oficial da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

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