Belém Apocalíptica: Ladrões de Fio Transformam Duque de Caxias em Cenário Pós-Guerra

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Bruno Roberto | Especial para O Liberal
Bruno Roberto | Especial para O Liberal

A Saga dos Cabos Sumidos: Belém Entra no Modo Apocalipse Zumbi Elétrico

A Crônica da Escuridão na Duque de Caxias

Meus caríssimos paraenses, preparem seus capacetes e suas velas, porque Belém está virando Gotham City às avessas! A famosa Avenida Duque de Caxias, aquela que deveria estar brilhando para a COP 30 (cof, cof), virou um festival de buracos e fios pendurados, cortesia dos nossos amados “Robin Hoods” modernos: os ladrões de cabos.

Sim, você não leu errado. Enquanto você está aí, pagando seus impostos em dia e sonhando com uma cidade iluminada, outros cidadãos resolveram “pegar para si” a responsabilidade de redecorar a avenida, deixando um rastro de destruição digno de filme de terror série B.

A Revolta dos Moradores Iluminados (ou Quase)

Os moradores da região, coitados, estão revoltados. Afinal, quem quer morar em um cenário de filme pós-apocalíptico, onde a única luz que existe vem das estrelas (quando elas resolvem aparecer em meio à fumaça dos escapamentos)?

Dona Christina Hayne, que tenta manter a forma correndo na Duque de Caxias, já está pensando em trocar a corrida matinal por aulas de Krav Maga, afinal, nunca se sabe quando um ladrão de cabos vai precisar de um “ajuste”. Ela relata que os buracos são tantos que, em vez de correr, ela está mais praticando parkour.

E o professor aposentado Etevaldo Garcia? Ah, ele está tão indignado que já escreveu um manifesto pedindo a volta da pena de morte para ladrões de cabos. Afinal, segundo ele, a escuridão é o berço de todos os males (e também um ótimo desculpa para não pagar a conta de luz).

Flagrantes e Fugas: A Ação Policial Digna de Benny Hill

A situação é tão crítica que já tem gente flagrando os “artistas” em plena ação. Dona Christina Hayne, a corredora-ninja, já tentou impedir alguns furtos, mas os ladrões, espertinhos, fogem mais rápido que político em dia de votação.

E a Guarda Municipal? Bem, eles foram acionados, mas chegaram tarde demais. O inspetor Dimitri Cavalcante explicou que os cabos roubados viram “ouro” em sucatarias clandestinas. Ou seja, estamos financiando o crime organizado com a nossa falta de iluminação pública. Genial!

O Sumiço do Sombrinhão: Quando a Criatividade do Crime Não Tem Limites

Belém Inovando na Arte do Furto

E não para por aí! Em um golpe de mestre da criatividade marginal, alguém resolveu levar um dos “sombrinhões” do recém-inaugurado Parque Linear da Nova Tamandaré. Sim, um sombrinhão inteiro!

As imagens do meliante carregando o objeto na bicicleta viralizaram nas redes sociais, provando que, em Belém, o humor e a desgraça andam de mãos dadas. Afinal, quem precisa de um guarda-sol quando se tem um sombrinhão roubado?

E Agora, José? (Ou Melhor, Prefeito?)

A Espera por Respostas e Soluções

A Redação Integrada de O Liberal (coitada) já solicitou explicações à Guarda Municipal e à Sezel (Secretaria Municipal de Zeladoria e Conservação Urbana). Mas, até agora, nada. O silêncio é ensurdecedor, quase tão grande quanto os buracos na Duque de Caxias.

Enquanto isso, a população espera por uma solução. Afinal, não dá para viver em uma cidade onde os ladrões de cabos e sombrinhões são mais eficientes que o poder público.

Se você se sentiu tão revoltado quanto nós (e com uma pontinha de diversão, admito), compartilhe este artigo com seus amigos e familiares. Quem sabe, com a pressão popular, a Duque de Caxias volta a brilhar antes da COP 30? (Sonhar não custa nada, né?)

Conteúdo produzido com uma pitada de acidez e muito amor pelo Portal Pai D’Égua.

Fonte: https://www.oliberal.com

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