Mark David Chapman, atualmente com 70 anos, reafirmou que o assassinato de John Lennon, ocorrido há 45 anos, foi motivado por um desejo egoísta de alcançar fama e notoriedade. A declaração foi feita durante sua 14ª audiência de liberdade condicional, realizada na Penitenciária Green Haven.
Chapman, que cumpre pena de prisão perpétua com possibilidade de condicional, descreveu o assassinato do ex-beatle como um ato “completamente egoísta”, impulsionado pela imensa popularidade da vítima. Ele expressou remorso pela “devastação” causada aos fãs e amigos de Lennon, porém, o comitê responsável negou seu pedido de liberdade.
O condenado já havia mencionado em outras ocasiões seu desejo por fama. Chapman permanece preso desde o assassinato do músico, ocorrido em nova york em 1980. Durante a audiência, ele detalhou como planejou o crime, esperando o músico em frente ao seu prédio. O assassino enfatizou que compreendia a gravidade de seus atos e a dor que causou, mas suas declarações não foram suficientes para convencer o comitê a conceder-lhe a liberdade condicional.
A decisão de manter Chapman preso reflete a seriedade do crime e o impacto duradouro que teve na vida de milhões de fãs em todo o mundo. A memória de john lennon continua viva através de sua música e seu legado, enquanto o homem que o assassinou permanece atrás das grades, sem ter obtido a tão desejada fama da forma que planejou.
Fonte: bacananews.com.br