Trio é preso sob suspeita de aplicar golpes com anúncios falsos em plataformas digitais no Pará

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Em um esforço contínuo para combater a criminalidade digital, a Polícia Civil do Estado do Pará realizou a segunda fase da Operação Isca Digital, que resultou na prisão de três indivíduos suspeitos de integrar um esquema sofisticado de fraudes. As prisões ocorreram em Marituba, na Região Metropolitana de Belém, e fazem parte de uma ação coordenada para cumprir mandados de prisão preventiva relacionados a crimes como extorsão mediante sequestro, roubo majorado e lavagem de capitais.

Detalhes da operação policial

Os suspeitos, Gabriel Pantoja Cardoso, Jaqueline Soares da Silva e Lucas Coimbra Pinheiro, foram detidos entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro em diferentes estados brasileiros, com o apoio das forças policiais locais. A operação visava desmantelar um grupo criminoso que utilizava plataformas digitais para aplicar golpes através de anúncios falsos, principalmente de veículos automotores. As investigações indicam que os criminosos atraíam suas vítimas com ofertas atraentes e, uma vez que as vítimas eram fisgadas, eram sequestradas e coagidas a realizar transferências bancárias para garantir sua liberdade.

Estrutura e modo de operação do grupo criminoso

A organização criminosa estava estruturada em três núcleos, cada um com um papel específico no esquema fraudulento. O núcleo de anunciantes era responsável por criar anúncios fraudulentos que pareciam legítimos e atraentes para potenciais compradores. Em seguida, o núcleo de arrebatadores era encarregado de abordar e sequestrar as vítimas quando elas chegavam para concluir a compra. Finalmente, o núcleo financeiro cuidava de movimentar e ocultar os valores obtidos ilicitamente, garantindo que o dinheiro fosse difícil de rastrear.

A operação em múltiplos estados

Durante esta fase da operação, quatro mandados de prisão preventiva foram emitidos, dos quais três foram cumpridos. Um dos mandados foi executado em Itaberaí, Goiás, com o apoio da Polícia Civil local. Os outros dois foram cumpridos no Espírito Santo e no Pará, contra investigados que já estavam detidos devido à primeira fase da operação. Esta abordagem interestadual demonstra a complexidade e o alcance da rede criminosa.

Impacto das fases da operação

A primeira fase da Operação Isca Digital, ocorrida em 25 de junho de 2025, já havia resultado na prisão de seis pessoas nos estados do Pará, Espírito Santo e Santa Catarina. Essa primeira etapa foi crucial para desarticular o núcleo central da organização criminosa. Como resultado direto dessa ação, houve uma redução significativa nos registros desse tipo de crime nos meses seguintes, evidenciando a eficácia das operações coordenadas pelas autoridades.

As investigações continuam em andamento, com o objetivo de desmantelar completamente as ramificações da associação criminosa na Região Metropolitana de Belém. A polícia tem trabalhado incansavelmente para garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados e que a segurança das plataformas digitais seja restabelecida para os usuários.

Para aqueles que desejam se manter informados sobre os desdobramentos deste caso e outras notícias relevantes, continue acompanhando as atualizações no Portal Pai D'Égua. Mantenha-se informado e seguro na era digital.

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