História e curiosidades sobre a corrida de São Silvestre

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© Rovena Rosa/Agência Brasil
© Rovena Rosa/Agência Brasil

Este artigo aborda história e curiosidades sobre a corrida de são silvestre de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Origem da São Silvestre

A Corrida de São Silvestre teve sua origem em uma viagem do jornalista Cásper Líbero a Paris, onde ele se encantou com uma corrida noturna realizada na cidade. Inspirado por essa experiência, Líbero decidiu criar uma prova semelhante no Brasil, que deveria acontecer sempre no último dia do ano. Assim, em 31 de dezembro de 1925, foi realizada a primeira edição da São Silvestre, em homenagem ao santo do dia.

Cásper Líbero, jornalista, empresário e advogado, trouxe a ideia da corrida noturna de Paris para São Paulo, dando início a uma tradição que perdura até os dias atuais. A primeira edição da São Silvestre contou com 48 participantes, que percorreram 8,8 mil metros pelas ruas da cidade. O vencedor da prova foi o atleta Alfredo Gomes, que já fazia sucesso representando o Brasil nos Jogos Olímpicos e se tornou o primeiro negro a ganhar a corrida.

Desde então, a São Silvestre se consolidou como a corrida mais tradicional do Brasil, atraindo tanto atletas nacionais quanto internacionais. Ao longo dos anos, a prova passou por diversas mudanças e evoluções, tornando-se um evento esportivo de grande importância e prestígio no calendário esportivo brasileiro.

Primeira edição e vencedor

A primeira edição da Corrida de São Silvestre aconteceu em 31 de dezembro de 1925, idealizada pelo jornalista Cásper Líbero, após se inspirar em uma corrida noturna que viu em Paris. A prova foi realizada no Parque Trianon, na Avenida Paulista, com uma distância de 8,8 mil metros pelas ruas de São Paulo. Dos 60 inscritos, apenas 48 participaram da largada, que ocorreu às 23h40. O vencedor da primeira edição foi Alfredo Gomes, que completou o percurso em 23 minutos e 19 segundos.

Alfredo Gomes era um atleta negro que já havia representado o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris, em 1924. Ele se tornou o primeiro vencedor da São Silvestre, marcando seu nome na história da competição. Desde então, a corrida se tornou a mais tradicional do país, sendo realizada anualmente, com exceção de 2020, devido à pandemia da covid-19.

Ao longo dos anos, a São Silvestre passou por diversas mudanças, como a inclusão de atletas estrangeiros a partir de 1927, permitindo a vitória do italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, nas edições de 1927 e 1929. A participação de estrangeiros se expandiu a partir de 1945, tornando a corrida internacional e atraindo atletas de todo o mundo.

Evolução da corrida ao longo dos anos

A Corrida de São Silvestre passou por diversas mudanças ao longo dos anos desde a sua primeira edição em 1925. Inicialmente, a prova contou com 60 inscritos, mas apenas 48 participaram da largada, que ocorreu no Parque Trianon, na Avenida Paulista, às 23h40. O percurso era de 8,8 mil metros pelas ruas de São Paulo e a corrida foi vencida por Alfredo Gomes, em 23m19s.

A partir de 1927, a competição permitiu a participação de estrangeiros que moravam no Brasil. O italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, foi o primeiro estrangeiro a vencer a prova, conquistando os títulos em 1927 e 1929. Ele foi o único estrangeiro a ganhar a prova durante a fase nacional da corrida, que perdurou até 1944.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a São Silvestre passou a receber atletas estrangeiros, inicialmente apenas da América do Sul. Somente em 1947 a corrida foi aberta para competidores de outros continentes, tornando-se uma competição internacional.

Participação de estrangeiros e vitórias marcantes

A participação de estrangeiros na Corrida de São Silvestre trouxe mais competitividade e diversidade à prova ao longo dos anos. Após permitir a inscrição de estrangeiros que moravam no Brasil a partir de 1927, o italiano Heitor Blasi se destacou ao vencer as edições de 1927 e 1929. Ele foi o único estrangeiro a ganhar a prova durante a fase nacional da corrida, que se estendeu até 1944.

Com o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, a São Silvestre passou a receber atletas estrangeiros de todo o continente sul-americano. A partir de 1947, a competição se tornou internacional e aberta a corredores de diferentes nacionalidades, o que aumentou ainda mais o nível de competição e prestígio da corrida.

Vitórias marcantes de atletas estrangeiros também fizeram história na São Silvestre, como a do queniano Paul Tergat, que venceu a prova em 1995 e 1996, e do etíope Sileshi Sihine, que conquistou o primeiro lugar em 2012. Além disso, a presença de corredores renomados de diversos países contribuiu para consolidar a São Silvestre como uma das principais corridas de rua do mundo.

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