Este artigo aborda empresário foragido, acusado de grilagem e trabalho escravo, morto em belém de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Prisão e acusações contra Jevelis Grey Panassolo
O empresário Jevelis Grey Panassolo, de 53 anos, foi preso em 2016 pela Polícia Federal. Ele foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ameaçar assentados com equipe armada em Rurópolis, no sudoeste do Pará, para continuar a explorar ilegalmente área de assentamento. Nesta quarta-feira (24/12), Jevelis foi morto a tiros dentro de uma loja de conveniência localizada em um posto de gasolina que fica na avenida Centenário, no bairro Mangueirão, em Belém. De acordo com a Polícia Militar, dois homens em uma motocicleta perseguiram a vítima, que intermediava uma venda de R$ 2 milhões, e a assassinaram com diversos disparos.
O MPF acusou Panassolo, junto com outro pecuarista, de ter grilado, ou seja, tomado posse de terra pública por meio de fraudes em documentos, um imóvel denominado Fazenda Cachoeirinha no mesmo município. A Procuradoria Federal Especializada (PFE) a serviço do Incra apontou a falsificação de certidão do órgão, utilizada para obter licença de plano de manejo que incidiu sobre três assentamentos em Rurópolis. O empresário também respondeu a uma denúncia de crime de submissão de 11 trabalhadores a trabalho escravo. O MPF chegou a pedir ao Poder Judiciário a condenação de Jevelis a 32 anos e seis meses de prisão e multa pelos crimes de uso de documento público falso, fraude processual, ameaça e desmatamento ilegal de 19 mil hectares.
Morte do empresário em Belém
O empresário Jevelis Grey Panassolo, de 53 anos, foi morto a tiros dentro de uma loja de conveniência em Belém. O crime ocorreu na quarta-feira (24/12) em um posto de gasolina no bairro Mangueirão. De acordo com a Polícia Militar, dois homens em uma motocicleta perseguiram a vítima, que intermediava uma venda de R$ 2 milhões, e a assassinaram com diversos disparos.
Jevelis Panassolo havia sido preso anteriormente pela Polícia Federal em 2016, acusado de ameaçar assentados com equipe armada em Rurópolis, no Pará, para continuar explorando ilegalmente área de assentamento. Além disso, ele foi acusado de grilagem de terras públicas e de submissão de trabalhadores a trabalho escravo. O Ministério Público Federal chegou a pedir sua condenação a 32 anos e seis meses de prisão pelos crimes cometidos.
Até o momento, nenhum suspeito do assassinato de Jevelis foi identificado ou preso. A Polícia Civil está investigando o caso e solicita a colaboração da população para fornecer informações que possam ajudar a esclarecer o crime. A Redação Integrada de O Liberal solicitou um posicionamento da Polícia Federal e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). A investigação está em andamento.
Acusações de grilagem e trabalho escravo
O empresário Jevelis Grey Panassolo foi acusado de grilagem e trabalho escravo pelo Ministério Público Federal (MPF). Ele foi preso em 2016 pela Polícia Federal sob a acusação de ameaçar assentados com equipe armada em Rurópolis, no Pará, para explorar ilegalmente uma área de assentamento. Além disso, junto com outro pecuarista, foi acusado de tomar posse de terra pública por meio de fraudes em documentos, em uma fazenda no mesmo município.
A Procuradoria Federal Especializada (PFE) apontou a falsificação de certidão do Incra e o uso de documentos falsos para obter licenças, que resultaram em desmatamento ilegal em três assentamentos em Rurópolis. Além disso, Jevelis foi denunciado por crime de submissão de 11 trabalhadores a trabalho escravo. O MPF solicitou a condenação do empresário a 32 anos e seis meses de prisão, além de multa, por diversos crimes.
A morte de Jevelis, ocorrida em Belém, está sendo investigada pela Polícia Civil. Câmeras de segurança registraram o momento em que dois homens em uma motocicleta perseguiram a vítima e a assassinaram a tiros. Até o momento, os suspeitos não foram identificados ou presos. A Polícia Civil pede que qualquer informação sobre o caso seja repassada de forma anônima por meio do Disque-Denúncia, no número 181.
Investigações e suspeitos do crime
O empresário Jevelis Grey Panassolo, acusado de grilagem e trabalho escravo, foi assassinado em Belém. Ele estava intermediando uma venda de R$ 2 milhões quando foi perseguido e morto a tiros por dois homens em uma motocicleta. Jevelis já havia sido preso pela Polícia Federal em 2016 por ameaçar assentados em Rurópolis, no Pará, para explorar ilegalmente uma área de assentamento.
Além da acusação de grilagem, Jevelis e outro pecuarista foram acusados de falsificar documentos para obter posse de terra pública na Fazenda Cachoeirinha, em Rurópolis. A Procuradoria Federal Especializada apontou a falsificação de certidão do Incra, que resultou em licença de plano de manejo sobre três assentamentos na região.
O empresário também respondia a uma denúncia de submissão de trabalhadores a condições de trabalho escravo. O MPF pediu sua condenação a 32 anos e seis meses de prisão, além de multa, por diversos crimes, incluindo uso de documento público falso, fraude processual, ameaça e desmatamento ilegal de 19 mil hectares.
Investigação do crime
As autoridades ainda não identificaram ou prenderam os suspeitos do assassinato de Jevelis. A Polícia Civil está investigando o caso e pede que qualquer informação sobre os suspeitos seja repassada de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181. A Redação Integrada de O Liberal também solicitou posicionamentos da Polícia Federal e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).