O Livro Proibido Das Mulheres da Comunicação: Uma Aventura Acadêmica No Norte Selvagem
Preparem seus capacetes e armaduras, porque a gente vai se aventurar no inóspito mundo acadêmico do Norte do Brasil! Sim, aquele lugar que você só lembra que existe quando precisa responder no IBGE. E o que encontramos lá? Um bando de mulheres que, aparentemente, estavam fazendo alguma coisa na área da comunicação. Quem diria?
Um livro foi lançado, “Mulheres da Comunicação – Região Norte”, e pasmem, é de graça! Se você estava procurando algo para baixar ilegalmente, mas com um verniz de intelectualidade, essa é a sua chance. É tipo um “50 Tons de Cinza” da academia, só que em vez de sadomasoquismo, tem citações e referências bibliográficas.
As Heroínas Desconhecidas da Comunicação Amazônica
O livro é uma homenagem a 20 professoras do Pará, divididas entre “Fundadoras” (tipo as primeiras a descobrir a internet a manivela) e “Consolidadoras” (as que conseguiram usar o Wi-Fi da biblioteca). Nomes como Juana Bertha, Regina Alves e Netília Seixas. Já ouviu falar? Provavelmente não. Mas relaxa, nem eu.
A ideia é mostrar que, sim, existem mulheres fazendo coisas além de vender açaí e lutar com jacarés. Elas estão produzindo pesquisas, formando comunicadores e, aparentemente, sendo homenageadas em livros que ninguém vai ler. Mas ei, pelo menos estão sendo lembradas, né?
Memória Acadêmica: Um Conceito Tão Sexy Quanto Declaração Do Imposto de Renda
A professora Netília Seixas (aparentemente uma sumidade no assunto) diz que o livro é importante porque “pouco nos preocupamos com a nossa própria memória”. E ela tem razão! Quem se importa em lembrar o que fez na faculdade além de beber e dormir nas aulas? Mas, segundo a professora Rosane Steinbrenner (outra heroína da resistência acadêmica), o livro serve como base para outras pesquisas. Ou seja, é tipo um Wikipédia da vida real, só que com mais citações e menos links quebrados.
O Que Ninguém Te Conta Sobre o Feminismo Acadêmico Na Amazônia
O livro também tenta dar uma cutucada na questão de gênero e região. Afinal, não basta ser mulher, tem que ser mulher no Norte do Brasil. É tipo jogar no “modo hard” da vida. A professora Rosane Steinbrenner (ela de novo!) fala sobre o “apagamento de grupos sociais vulnerabilizados”. Imagina o drama: além de lutar contra o patriarcado, ainda tem que enfrentar a falta de sinal de celular.
Netília Seixas (a musa inspiradora do livro) ainda comenta que, apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito. Tipo, sei lá, inventar um ar-condicionado movido a energia solar que funcione de verdade?
Os Desafios Épicos de Escrever Um Livro Que Ninguém Vai Ler
O projeto todo foi um parto. A professora Rosane Steinbrenner (já virou amiga íntima) fala sobre o desafio de trabalhar em rede e encontrar pessoas dispostas a ajudar. Afinal, quem quer trabalhar de graça para escrever sobre pessoas que ninguém conhece? E o desafio de encontrar informações e biografias? É mais fácil achar agulha no palheiro.
Mas no fim, elas conseguiram! Lançaram o livro, homenagearam as professoras e, provavelmente, ganharam uns pontinhos no currículo Lattes. E nós? Bem, agora temos algo para ler quando faltar luz e a Netflix cair.
E você, está esperando o quê para mergulhar nesta aventura épica e descobrir os segredos das mulheres da comunicação do Norte do Brasil? Clique aqui e baixe o livro agora mesmo! (Aviso: não nos responsabilizamos por eventuais crises existenciais ou ataques de sono).
Créditos ao Portal Pai D’Égua.
Fonte: https://www.oliberal.com