Pará no Ranking da Qualidade de Vida: Rindo Para Não Chorar!
Ah, o Pará! Terra do açaí, do tacacá e, aparentemente, da eterna promessa de um futuro melhor que nunca chega. O famigerado IPS Brasil 2025, um índice que tenta medir a qualidade de vida com 57 variáveis (tipo, se você tem água encanada, se não mora numa árvore e se consegue ir para a faculdade sem vender um rim), resolveu dar uma espiada nos 144 municípios paraenses. O resultado? Uma salada mista de “podia ser pior, mas tá longe de ser bom”.
Belém Brilha… Meio Que
Belém, a capital, resolveu dar uma de “sou diferenciada” e liderou o ranking estadual com 62,33 pontos. Aparentemente, a cidade conseguiu ser melhor que a média nacional, que já não é lá essas coisas (61,96). Parabéns, Belém, você conseguiu ser menos pior que o resto do Brasil! Palmas para a capital que nos enche de orgulho… ou quase.
Canaã dos Carajás: A Exceção Que Confirma a Regra
Canaã dos Carajás, impulsionada pelo boom da mineração e com um bom desempenho em “moradia” (provavelmente porque o pessoal tem onde botar os minérios, né?), também se destacou. Superou os 60 pontos, mostrando que dá pra converter dinheiro em algo que preste. Pena que o resto do estado não pegou a receita.
A Realidade Cruel: O Pará na Lanterna do Brasil
Mas a festa acaba por aqui. A média do Pará? Uma vergonhosa marca de 53,71 pontos. Isso coloca o estado na última posição entre todos os estados brasileiros. Sim, você não leu errado: última. Atrás até do Maranhão, que, convenhamos, também não é a Suíça. Parece que alguém precisa urgentemente de umas aulas de como usar o dinheiro público de forma eficiente.
Jacareacanga e Bannach: O Fundo do Poço Tem Visitas Guiadas
Jacareacanga e Bannach, preparem os lenços (de papel reciclado, provavelmente): vocês são os lanterninhas do estado e figuram entre os piores do país. As piores notas? Justamente em “oportunidades”, tipo educação superior e direitos individuais. Ou seja, se você nasceu lá, boa sorte tentando sair.
O Que Fazer? A Receita Para Sair do Buraco (Sem Cavar Mais)
A conclusão é clara: o Pará precisa urgentemente de investimentos estruturais. Mais escolas, hospitais, saneamento básico e, quem sabe, um curso intensivo de gestão pública para os nossos políticos. Precisamos garantir que todos os paraenses tenham acesso a serviços básicos, bem-estar e oportunidades. Caso contrário, vamos continuar sendo motivo de piada nacional. E, sejamos sinceros, a gente merece coisa melhor que isso.
E aí, gostou da nossa análise sarcástica da situação do Pará? Que tal compartilhar este artigo com seus amigos e mostrar que, apesar de tudo, a gente ainda tem senso de humor? E não se esqueça: cobre seus representantes para que façam um bom trabalho!
Créditos: Portal Pai D’Égua
Fonte: https://www.oliberal.com