Paysandu: entenda as causas apontadas para o rebaixamento na série b

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Pedro Garcia
Pedro Garcia

O Paysandu confirmou seu rebaixamento para a Série C, após uma campanha com apenas cinco vitórias em 35 jogos na Série B. O clube encerra a competição com o pior desempenho na era dos pontos corridos. Jornalistas do Grupo Liberal analisam os fatores que levaram a este resultado.

Para Carlos Ferreira, o rebaixamento é consequência de decisões equivocadas da diretoria, a começar pelo planejamento no final de 2024, quando se definiu um elenco “enxuto” para disputar cinco competições em 2025. Ele critica a falta de investimento em um elenco de qualidade, a aposta em jogadores estrangeiros que não renderam o esperado e a ausência de unidade na diretoria.

Ferreira destaca que o técnico Márcio Fernandes teve pouca influência nas contratações, o que demonstra a falta de uma avaliação conjunta e profissional. A rotatividade de treinadores, com quatro mudanças ao longo do ano (incluindo duas passagens de Márcio Fernandes), também é apontada como um fator de instabilidade. A demissão de Fernandes no início do ano, quando o time ainda apresentava um bom desempenho, é contrastada com a permanência de Luizinho Lopes por 11 rodadas consecutivas sem vencer.

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Abner Luiz argumenta que o rebaixamento foi definido no ano anterior, quando o clube contraiu uma dívida para permanecer na Série B, comprometendo os investimentos e o cumprimento de compromissos na temporada seguinte. Essa dívida, somada ao mau planejamento, impediu o clube de investir e atrasou salários, afetando o desempenho do time.

Luiz ressalta que o primeiro passo para o Paysandu retornar à Série B em 2026 é a união dos torcedores e dirigentes, superando divergências políticas para capitalizar o clube, quitar as dívidas e planejar o elenco. Ele enfatiza a importância de 2025 como o ano crucial para o planejamento e as contratações, buscando atletas disponíveis no mercado antes que se comprometam com outros clubes. Segundo ele, o ano de 2026 será de execução, enquanto 2025 deverá ser dedicado ao planejamento estratégico.

Fonte: www.oliberal.com

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