Duas gigantes de material esportivo miram o clube do remo

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Fábio Will
Fábio Will

O Clube do Remo, impulsionado por sua performance no G4, está em busca de novas parcerias no setor de marketing e fornecimento de material esportivo. O clube paraense avalia propostas de grandes empresas multinacionais para a próxima temporada.

Reebok e Macron demonstraram interesse em vestir o Leão Azul. A diretoria busca um acordo financeiramente vantajoso, que garanta qualidade e representatividade à torcida.

Uma estratégia em estudo é a assinatura de um contrato de apenas um ano, devido ao estatuto do clube que impede compromissos de longo prazo, considerando o término do mandato do presidente Antônio Carlos Teixeira. O objetivo é dar liberdade à próxima gestão, sem renunciar a um acordo rentável.

A Reebok, marca norte-americana, busca expandir sua presença no futebol brasileiro. Já tendo vestido Vasco da Gama, Internacional, São Paulo e Cruzeiro, atualmente é a fornecedora oficial do Botafogo-RJ. A marca visa aumentar o número de clubes parceiros em 2026 e teria demonstrado interesse em fornecer material esportivo também para o Santa Cruz-PE e o Náutico-PE. O interesse no Remo se justifica pelo apelo de sua torcida e visibilidade na Série B.

A Macron, empresa italiana, almeja estrear no mercado brasileiro de futebol. Com forte presença na Europa, a marca veste equipes como Crystal Palace e Stoke City (Inglaterra), Levante, Osasuna, Cádiz e Real Sociedad (Espanha), e Hannover 96 (Alemanha).

A Volt Sport, patrocinadora do Remo desde 2021, pode deixar o clube após quatro temporadas. A parceria tem recebido críticas dos torcedores quanto à qualidade do material e design das camisas. Internamente, o clube reconhece que o fornecimento não atingiu plenamente as expectativas. A troca de marca surge como uma oportunidade de reposicionar a imagem do Remo no mercado esportivo.

Em nota oficial, o clube negou negociações com a Diadora, desmentindo rumores recentes. A marca italiana apresentou uma proposta em 2023, mas as condições não foram consideradas favoráveis.

Fonte: www.oliberal.com

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