Em dez partidas defendendo o Remo, o meio-campista Diego Hernandez balançou as redes duas vezes, com destaque para o segundo gol, que garantiu a vitória sobre o Paysandu. Esse triunfo impulsionou o time rumo ao G4 da Série B. Após o treino, Hernandez expressou sua satisfação com o momento positivo que ele e seus companheiros estão vivenciando.
O placar de 3 a 2 representa a quarta vitória consecutiva da equipe, todas sob a liderança do técnico Guto Ferreira. “Estou muito feliz pelo gol e pelo resultado. O trabalho está fluindo e dando certo. No entanto, ainda faltam seis jogos, seis decisões, para alcançar o acesso, que é o objetivo do clube”, afirmou o jogador.
A cautela do atleta é compreensível. Apesar da ascensão na tabela, o Remo enfrenta diversos concorrentes diretos na disputa por uma vaga no G4 e necessita acompanhar os resultados de equipes como Chapecoense, Goiás, Novorizontino e Criciúma. “O mais importante é que a equipe conseguiu somar quatro vitórias consecutivas, o que é fundamental em uma competição tão equilibrada. Esperamos conquistar a quinta no sábado”, disse.
Sobre o gol que ficará na memória dos torcedores, Hernandez revelou que se inspirou em ídolos, mas garantiu que sua técnica pessoal também influenciou o chute, que ele considera a realização de um sonho.
“Quando sofro a falta, avalio a distância. Se estiver ao alcance, decido chutar direto ao gol. Ao me posicionar, meu único desejo é que a bola entre. Observo outros jogadores para aprender a cobrar faltas, mas sempre tento adicionar meu toque pessoal, para que tenha minhas características. A comemoração foi um sonho de menino”, explicou.
Durante a celebração, o jogador exibiu a camisa de número 33, um símbolo importante na rivalidade entre Remo e Paysandu. O número remete ao tabu dos anos 90 e à época do jogador Eduardo Ramos, que popularizou o uso do número nas camisas, consolidando o mito entre os torcedores azulinos. “Eu sabia o que significava a camisa 33 aqui. A torcida me fez saber e Marcos Braz me explicou bastante sobre isso. É bom que um clube tenha uma carga simbólica forte em um número”, concluiu.
VEJA MAIS informações sobre o clube. A imagem em formato JPG ilustra a matéria. Detalhes sobre o CT do clube não foram mencionados. Análises de DNA não foram realizadas para esta reportagem.
Fonte: www.oliberal.com