O número 33 carrega um significado profundo para o futebol paraense, especialmente entre os torcedores do Remo. Essa numeração representa uma sequência invicta de jogos contra o Paysandu, alcançada durante a década de 1990. Após o clássico Re-Pa, o perfil oficial da Série B destacou esse feito histórico do clube azulino, relembrando a contagem até 33.
A lembrança desse tabu coincidiu com a atuação de destaque do uruguaio Diego Hernández, que veste a camisa 33 do Remo. O atacante marcou um gol de falta, selando a vitória por 3 a 2 sobre o rival. A hegemonia do Remo sobre o Paysandu se estendeu por quatro anos, seis meses e 24 dias, sendo interrompida em 1997, quando o Paysandu venceu por 2 a 0 no Mangueirão.
Considerado o maior tabu da história dos clássicos, a sequência invicta do Remo sobre o Paysandu teve início em 7 de junho de 1993, durante o Torneio Pará-Ceará, com um empate em 0 a 0. A partir daí, o Leão Azul acumulou 21 vitórias e 11 empates, totalizando os 33 jogos sem derrota para o seu maior rival. A quebra do tabu ocorreu em 7 de junho de 1997, com a vitória do Paysandu por 2 a 0.
Atualmente, o número 33 adquiriu um caráter “místico” e significativo para o Remo. A camisa com essa numeração é destinada a jogadores com potencial para se destacarem e se tornarem artilheiros. Anteriormente, a camisa foi usada pelo ídolo Eduardo Ramos. Neste ano, Felipe Vizeu também vestiu a camisa 33, mas não correspondeu às expectativas e deixou a equipe. Agora, o uruguaio Diego Hernández é o atual detentor da camisa e tem demonstrado bom desempenho. VEJA MAIS
Fonte: www.oliberal.com