Círio: ufra serve maniçoba tradicional e vegana com festa aberta ao público

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Laura Serejo* e Vito Gemaque
Laura Serejo* e Vito Gemaque

A Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) celebrará o Círio de Nazaré com a tradicional maniçoba, prato que representa a fé e a cultura alimentar da região. O evento, aberto a toda a comunidade, ocorrerá nesta quinta-feira (16) no Restaurante Universitário (RU) do campus Belém, localizado na Avenida Perimetral, nº 2501, bairro Terra Firme. O almoço será servido das 11h às 13h30.

A refeição terá custos diferenciados: gratuita para estudantes com auxílio estudantil, R$ 2,50 para os demais estudantes e R$ 14,59 para servidores e público externo.

A pró-reitora de Assuntos Estudantis da Ufra, Laura Michele Lima Gomes, destaca que a maniçoba do Círio é uma tradição antiga no campus. A universidade prepara uma grande quantidade do prato, utilizando aproximadamente 100 quilos de maniva e 180 quilos de carnes e defumados, como carne bovina, lombo suíno, bacon, charque, calabresa, chouriço, costela e pé suíno salgados.

O preparo da maniva é um processo demorado, com cozimento que se inicia oito dias antes de chegar ao restaurante, onde continua por mais quatro dias para garantir a qualidade e segurança alimentar.

Além da maniçoba tradicional, será oferecida uma versão vegana, elaborada com ingredientes de origem vegetal, atendendo diferentes preferências alimentares.

De acordo com Laura Michele, a celebração vai além de uma refeição especial, sendo um momento de integração e valorização da cultura local. A programação incluirá música ao vivo e microfone aberto para apresentações espontâneas de estudantes e servidores.

A expectativa é de que o evento atraia entre 800 e 900 pessoas, reforçando o compromisso da universidade com a culinária e as tradições regionais durante o período do Círio de Nazaré. O evento integra o calendário interno da instituição, promovendo um ambiente de confraternização e pertencimento. O RU da Ufra se transformará em um espaço de festa, unindo a comunidade acadêmica e o público em geral em torno dessa tradição paraense.

Fonte: www.oliberal.com

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