Ação policial rápida no arquipélago do Marajó
Uma operação conjunta entre as forças de segurança do Pará resultou, nesta terça-feira (28), na prisão em flagrante de um homem de 38 anos, suspeito de agredir uma criança de 9 anos. O caso, que chocou a comunidade de Santa Cruz do Arari, no arquipélago do Marajó, mobilizou a Polícia Civil e a Polícia Militar logo após a denúncia ser formalizada pelas autoridades locais.
O suspeito, identificado como Josivan A.G., foi localizado e detido por volta das 13h. A ação policial foi desencadeada após o pai da vítima procurar a delegacia do município para relatar a violência sofrida pela filha. A menina apresentava sinais visíveis de agressão, incluindo escoriações pelo corpo e vestes danificadas, o que motivou a imediata diligência das equipes policiais.
Contexto da violência e histórico do suspeito
Segundo as investigações, o homem possui um histórico de comportamento violento, contando com antecedentes criminais por descumprimento de medidas protetivas de urgência. O agressor possui vínculo familiar indireto com a vítima, sendo parente da companheira do pai da criança, e residia na casa da avó da menina, local onde o crime ocorreu.
Em depoimento colhido por meio de escuta especializada, a vítima relatou que a agressão aconteceu de forma repentina enquanto ela guardava objetos em um armário. A criança afirmou ter sido alvo de xingamentos, agressões físicas diretas e ter tido água jogada em seu rosto, sem qualquer motivo aparente ou provocação prévia.
Procedimentos legais e andamento do inquérito
Após a prisão, o suspeito foi conduzido à delegacia para a lavratura do auto de prisão em flagrante. Ele foi autuado pelo crime de lesão corporal qualificada no contexto de violência doméstica, conforme previsto no Código Penal Brasileiro, especificamente no artigo 129, § 9º.
As autoridades confirmaram a materialidade do crime por meio de exame de corpo de delito e pelo depoimento de testemunhas que presenciaram os desdobramentos do caso. O inquérito policial segue em curso para aprofundar as investigações e ouvir demais envolvidos. O investigado permanece custodiado, à disposição da Justiça, aguardando as próximas etapas do processo penal.
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