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Técnico do Paysandu detona arbitragem “confusa” e exalta time após empate com o Brusque na Série C.

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ém, não aliviou a arbitragem, que segundo o treinador, teve uma atuação confusa
Reprodução Oliberal

O empate em 1 a 1 entre Paysandu e Brusque, realizado no Estádio da Curuzu, acendeu um alerta no clube paraense. Após o jogo, o técnico Júnior Rocha fez uma análise da partida, destacando o desempenho da equipe, mas não poupou críticas à arbitragem, que considerou confusa e prejudicial.

futebol: cenário e impactos

Em entrevista coletiva, Júnior Rocha se referiu ao árbitro Tarcizo Pinheiro Caetano, do Rio de Janeiro, e expressou sua insatisfação com a condução do jogo. O treinador bicolor afirmou que os lances decisivos foram mal interpretados, incluindo um pênalti marcado a favor do Paysandu, que ele classificou como “duvidoso”.

“Estamos enfrentando uma sina. Precisamos fazer dois gols para que um seja validado. Isso já ocorreu contra o Volta Redonda e se repetiu hoje. O gol anulado poderia ter mudado a dinâmica da partida, pois estávamos pressionando o adversário. Não sou especialista em arbitragem, mas a forma como o gol foi invalidado deixou todos sem entender. O gol que o Brusque marcou também teve uma carga em cima do Marcinho, e o pênalti que nos foi concedido foi igualmente contestável. Enfim, foi uma arbitragem confusa para a Série C”, comentou Rocha.

Apesar das críticas, o técnico elogiou a performance do Paysandu, que, mesmo atrás no placar, demonstrou paciência e determinação para buscar o empate. Contudo, ele reconheceu a necessidade de melhorar a efetividade nas finalizações. “Não posso deixar de valorizar o jogo que fizemos. O volume de jogo e as chances criadas foram positivos, mas precisamos ser mais eficazes nas decisões para evitar sustos como os que vivemos hoje por conta da arbitragem”, enfatizou.

Júnior Rocha também abordou a questão das substituições, explicando que optou por manter a mesma formação em campo, pois não percebeu jogadores com rendimento abaixo do esperado. “Não vi diferença entre o primeiro e o segundo tempo. Meu time foi superior e buscou os gols. As trocas não foram feitas antes porque não havia jogadores com desempenho insatisfatório, e não faz sentido alterar uma equipe que está jogando bem. Fizemos um jogo equilibrado e, mesmo em desvantagem, não podemos nos desorganizar. Se isso acontecer, corremos o risco de cometer erros que não treinamos”, finalizou o técnico.

Fonte: oliberal.com

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